Sob o meu olhar

Sob o meu olhar

“Meu encontro com ele não é sutil. Todas as vezes que nos encontramos, somos um só, mesmo sendo ele e eu. Não sou nada sem ele – e ele não é nada ou quase nada sem mim. Nossa conexão surgiu quando ele ainda era criança: nem entendia bem quem eu era ou para que servia, mas ele gostava de mim e me tratava com apreço. Ele e seu irmão, viviam me pegando emprestado do seu pai. Naquela época, eu era chamada de filmadora e eles, de crianças. O pai, que precisava dos meus dons, percebeu que precisava dar outra de mim para seus filhos: e foi assim que, logo depois, as crianças ganharam uma Smart Kids. Eles me usavam para brincar: ali, eu era a diversão. Eu era alegria, sorrisos e era, enfim, uma fiel amiga. Com eles, eu era muito além de uma simples máquina. Hoje, Julio diz que comigo, na mais fiel versão da Smart Kids, a casa virava uma emissora de TV.

O tempo foi passando. Nos afastamos. Não assim, por um motivo específico. Mas sabe essa coisa de prioridade? Então… Julio se dividia entre eu e o piano. Sim. Piano. Porque não basta apenas saber apertar o meu botão e disparar o meu flash: o menino, com dons inegáveis para a arte, tocava piano antes mesmo de ser alfabetizado, segundo sua própria mãe conta. Mas chegou num dado momento que a paixão dele por mim falou mais alto. Não que ele tenha abandonado o piano ou algo assim… O que aconteceu mesmo foi que o avô dele, o Luiz, usava outra versão minha para captar paisagens. Seus personagens favoritos eram da natureza: árvores, ipês, animais…  Seo Luiz fotograva de tudo e é claro que Julio, o menino curioso, não iria evitar se deixar levar pela curiosidade – e pelo encantamento.

Aos pouquinhos, eu fui me tornando parte da sua vida. Hoje, ele não sai de casa sem mim. Até mesmo numa saidinha ao mercado  lá estou eu: bem guardada dentro da bolsinha que parece ser grudada no seu ombro. Ele não me larga – e graças a Deus por isso. Somos um só. Eu sei… Eu já disse isso… Mas com o Julio, eu não sou uma simples máquina fotográfica: eu sou essência, eu sou um instrumento essencial para que o Julio consiga captar a alma de quem quer se deixar ser captado. Com o Julio, eu sou uma espécie de mapa do tesouro: ele caça o momento perfeito, usa minhas ferramentas e flash: foi disparado o clique que guarda consigo um momento rico e caro, desses que a gente guarda com carinho.

No dia a dia, Julio me usa para captar muitas das coisas que, outrora, eu captei com o Seo Luiz. Juntos, capturamos borboletas, ipês, cerejeiras, avenidas e cartões postais. E se captamos tudo isso, somos únicos: tão únicos, que somos impressos em quadros.

Eu sou uma máquina: não tenho alma, vida, nem tampouco consciência. Mas ali, nas mãos do jovem de 29 anos que perpassa seus dedos pelo piano, sou rica: tenho alma, vejo almas e transmito almas. Com o Julio, eu passo a ter a capacidade de enxergar além das minhas objetivas. Eu vejo cores, amores e paisagens que, às vezes, até os moradores daquele local fotografado não reconhecem.

Eu, caros amigos, sou a câmera fotográfica do Julio. Muito prazer em conhecê-los. Mas se me permitem dar um espaço para que uma câmera dê o seu recado, cá estou: não deixem de conferir o que o Julio fotografa por aí. Somos um só – e se somos um só, muito disso é para que as pessoas que irão nos ver, sintam toda a emoção sentida no momento capturado.

Com amor, carinhos e flashes,

Canon do Julio Szymanski.”

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Sem título – assim, sem mais, nem menos.

Não sei bem há quanto tempo não apareço por aqui. Por muito tempo, eu nem lembrava que esse blog ainda existia. A página do facebook, porém, apareceu na minha timeline hoje e lembrei que, um dia, era aqui, nas páginas do Venturarte, que eu encontrava fôlego para continuar escrevendo.

A rotina anda diferente. Quando abri o blog, vi um post escrito lá em 2014. Eu ainda fazia direito, auto escola e estava começando o jornalismo. De lá pra cá, muita coisa mudou: não faço mais direito, já tenho CNH definitiva e o jornalismo é tipo oxigênio. Digo isso porque, sim, hoje eu respiro Jornalismo. Trabalho na área, produzo um programa de rádio, escrevo todos os dias e, depois das sete da noite, ainda preciso sentar nas cadeiras da faculdade para discutir o que? Sim. Jornalismo.

Minha vida hoje se resume a ser jornalista – e não me arrependo nadica disso. No entanto, por respirar e viver o jornalismo, hoje eu me sinto aprisionada numa rotina – e isso não é de todo ruim. A rotina pra mim se tornou boa: sei o que devo fazer, a que horas, como e porque devo fazer. Mas aí vem o jornalismo e pá: me tira da zona de conforto, me faz trocar de cadeira, andar pela vida e viver coisas totalmente novas todos os dias. Hoje, é isso que respiro e vivo. E bem por isso – por respirar e viver mudanças totalmente fora da rotina que eu penso ter – que me sinto aprisionada numa vontade de escrever além do que posso.

Por sentir essa vontade, por querer me libertar dela, eu volto para o Venturarte. Não sei por quanto tempo e, sinceramente, nem sei bem o porque. Mas confesso: a ideia de voltar a ser blogueira me comoveu e, a partir de hoje, eu estarei aqui novamente, nesse canal de comunicação tão, mas tão meu, que passa a ser nosso também. Me acompanhem. Tenho certeza que teremos boas histórias por aqui.

O wordpress nos deu um presente – e queremos compartilhar com vocês

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 13.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 5 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

II NIPOFEST vem aí!

A história dos japoneses no Brasil começou no início do século XX. No dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru parou no porto de São Paulo. Nele, 781 trabalhadores japoneses estavam vindo para trabalhar nas fazendas do interior paulista.

Hoje, estima-se que exista mais de um milhão de descentes de japoneses no Brasil. A maior parte dos descendentes mora em São Paulo, mas no Paraná, é só andar pelas ruas e perceber que por aqui também tem muito nikkei. Em Cascavel, por exemplo, mais de 250 famílias são associadas a ACEC (Associação Cultural e Esportiva de Cascavel), que é um local voltado para a preservação da cultura japonesa na cidade e na região.

Para celebrar a tradição nipônica com toda a população, no ano passado foi feito o NIPOFEST, que reuniu atrações culturais e gastronômicas ligadas ao Japão. O evento foi puro sucesso e, nesse ano, o II NIPOFEST acontecerá no próximo final de semana (8 e 9 de novembro). O diferencial é o apoio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e, com isso, o reconhecimento do MinC (Ministério da Cultura). A partir disso, o II NIPOFEST terá proporções ainda maiores e a previsão é que, pelo menos, 20 mil pessoas passem pela festa. nipofest Eu, que sempre fui uma apaixonada assumida pela cultura japonesa, estou tendo o privilégio de acompanhar de perto todos os preparativos do festival. Por conta disso, estou cada dia mais ansiosa pra que o final de semana chegue logo! Afinal, a organização está a mil para deixar tudo pronto a tempo e cada detalhe é feito com muito amor e dedicação. O II NIPOFEST acontecerá no calçadão em frente à Catedral Nossa Senhora Aparecida, em Cascavel. A entrada é franca e todas as atrações são abertas ao público. A gastronomia também é destaque da festa e esse ano terá sushi, temaki, uramaki, combinados, doces típicos, bazares, yakissoba e muuuuuuitas outras delícias do Japão. As apresentações culturais serão feitas pelos grupos da ACEC e, também, por grupos de outras cidades como Londrina, Foz do Iguaçu, Maringá e até Araçatuba. 10734066_737723789635889_1995198575971739126_n Já ficou animado para ir também? Então não perca!! Enriqueça o seu final de semana com um programa cultural  e prazeroso!

Se quiser mais informações, clique nos seguintes links: Página oficial Nipofest e Evento Nipofest.

E, claro, curta a página do Blog Venturarte para ficar sempre a par das novidades – que, aos pouquinhos, estão voltando a aparecer por aqui.

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Dia das Bruxas adocicado Beecake

Eu sei, eu sei… O blog é de arte – e não de halloween e gastronomia. Mas  a fofura é tanta, que é impossível não querer divulgar as delícias da beecake, até porque, a Sabrina – dona do estabelecimento – arrasa na composição dos sabores especiais para os cupcakes temáticos.

Agora, nesta época do ano, o destaque vai para os cupcakes de halloween, que são verdadeiros shows de criatividade e sabor, tudo juntinho, do jeito que a gente gosta! Para deixar todo mundo no clima macabro – e delicioso! – da Beecake, a loja mais doce e saborosa de Cascavel está promovendo a semana Cupcakes ou Travessuras, que será realizada na Beecake Cupcakes e Cia entre os dias 27 e 31 de outubro, sendo que, no último dia, a loja ficará aberta durante até as 22 horas e será tomada por um clima especial de cupcakes, travessuras e, é claro, tudo aquilo que faz jus às tradições do Halloween, como as típicas decorações assustadoras do dia das bruxas.

Os cupcakes são diversos, mas por lá também será possível encontrar os outros produtos deliciosos da loja. Boatos dão conta de que até os fantasminhas estão pairando pela Beecake para encontrar os docinhos de Halloween! Duvida? Então vá conferir de perto a semana Cupcakes ou Travessuras da loja. Eu garanto: não vão se arrepender!

Obs.: . Para garantir os cupcakes mais assustadores e deliciosos da cidade,  o melhor é encomendar, mas durante toda a semana do Cupcakes ou Travessuras haverá sabores especiais a pronta-entrega.

A Beecake Cupcakes e Cia fica na Rua Minas Gerais, 1.538, e o telefone para contato é (45) 3324-9502. O horário de atendimento durante a semana é das 9 às 19 horas.

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Tô aqui pensando…

…em transformar esse blog de arte num blog só de música. Pode? ❤

 

Caros senhores e senhoras, amados leitores do Venturarte – que não me abandonam nem quando eu abandono vocês 😡 – é mentira… o venturarte continuará tendo espaço pra todos os tipos de arte! Mas, cá entre nós, está aberta a temporada da música! tchan tchan tchan.

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Pra começar essa temporada cheia das melodias e dos ritmos empolgantes – ou nem tão empolgantes assim – vamos falar de Rodrigo Amarante? Bom, é justo iniciar o texto dizendo: meu caso de amor com ele é antigo. Eu já flertava com ele nos tempos de Los hermanos. Ainda hoje, confesso, escuto o álbum “4” e me derreto ouvindo a voz desse ser. Depois, a coisa ficou mais séria… Também, o cara resolveu virar membro da tal banda Little Joy. Êta grupinho gostoso! Ouvi, curti, viciei. Nessa época passamos a andar de mãos dadas – até uns beijinhos rolavam. Ouvia suspirando de amores pela voz do Amarante – ok, suspirava pela voz linda e maravilhosa Binki Shapiro também. Mas aí surgiu o Cavalo. Sabe a história da pedra no meio do caminho? No meu caminho, era  o cavalo. Mas o animal não era empecilho… Muito pelo contrário, era tipo um cadinho de esperança, sabe?! Esperança na música brasileira! Êta Rodrigo Maravilhoso! O flerte, que havia passado para as mãos dadas e para os beijinhos esporádicos, passou pra caso de amor sério. Daqueles arrebatadores mesmo. Cavalo virou um álbum de cabeceira (se isso não existia antes, agora existe! Com licença, poética!).

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Aí hoje, cá estava eu, no aconchego do meu lar, vendo um programa de televisão que anda ganhando o meu coração (Bela Gil, beijos pra você e para a equipe – que deve ser linda – que compõe o staff do programa Bela Cozinha) quando de repente, entre uma receita de milk shake e chips de batata, ouço ele, o lindo, o poderoso, o amor da minha vida musical… RODRIGO AMARANTE ❤ Foi quase um fôlego de amor. Senti todas aquelas coisas que as menininhas bobinhas sentem quando veem o amor platônico passando por perto. Ah, Rodrigo! ❤ Resgatei toda aquela paixão que estava adormecida no meu peito e, confesso, até me dei o direito de sair deslizando pelo quarto ao ritmo de ÊêêÊ Manááá! Gente, que coisa boa. Sabe aquela história de entrar numa padaria e sentir o cheirinho do bolo que a sua avó fazia? Foi tipo isso. Mas melhor – eu pude dançar muahaha.

Ao ritmo mais brasileiro possível, fui atrás da música. Corri atrás do tal do maná (não era esse o nome daquele algodão que caiu do céu nas histórias da bíblia?) e encontrei. Foi tipo o paraíso mesmo. Dancei, me deliciei e só depois de explorar cada cm do meu quarto com as minhas deslizadas – que costumo chamar de dança – fui parar para prestar atenção no vídeo. Ah, Amarante. Morri de amores. De novo. Aí decidi vir aqui – por quê não?!. E cá estou…

Mas a coisa não para por aí… Rodrigo me conquistou de novo! Mas, agora, o motivo não era a música, e sim o texto especialíssimo publicado junto ao vídeo. E o objetivo de vir até aqui era justamente esse: mostrar que a sensibilidade, a riqueza de conteúdo e a delicadeza ainda existem. Ah, Amarante! ❤

“Essas imagens foram feitas por meu pai e minha mãe em 75 e 76 durante o carnaval em Saquarema, município do estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas que se vêem aqui são minha família, meus pais e avós, tios, primos e amigos, gente maravilhosa, meus grandes heróis na infância. Todo ano eles formavam esse bloco chamado Saquarema de Banda. Dá pra ver muito claro porque ao invés de chamar de Banda de Saquarema eles inverteram o nome. Todos eles de banda, alguns mesmo entortados, todos palhaços, crianças em espírito. Foi assim que eu cresci e tão logo eu consegui segurar uma baqueta passei a tocar com eles no bloco. Esses foram os momentos mais felizes da minha infância e eu e minha irmã fomos pra sempre marcados por essa época, essas pessoas. Minha irmã, com quem dirigi e editei esse vídeo é hoje ritmista da Estação Primeira de Mangueira e foi pra ela que eu escrevi essa música. Maná é a graça, a benção, e Má é ela, Marcela. Esse vídeo é uma homenagem à todos que fizeram parte desse bloco, especialmente os mais velhos que faziam tudo acontecer, uma prova de que apesar de nos sentirmos muito modernos e livres no século 21 nossos pais e avós eram muito menos caretas do que somos. Bom, pelo menos os meus.”

 

Obs.: Amarante, obrigada por me ensinar a entrevistar muito antes de eu entrar na faculdade de Jornalismo! Você me inspira! (Veja esse vídeo e entenda)

Unbreakable Hope

Valioso como a vida deles é. Inquebrável como a luta deles deve ser.

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Durante uma consulta, enquanto o médico explica ao paciente quais serão as vias de tratamento e qual é o tipo de doença que ele tem, parece que toda uma vida se afasta daquela realidade. De repente, o câncer, o temido câncer, invadiu a vida de uma pessoa que não esperava um resultado tão devastador depois de alguns simples exames. O médico insiste em repetir as palavras: fé, coragem, cura, persistência, tratamento, chances, família, esperança e possibilidade. O paciente insiste em ouvir, mesmo que mentalmente, que ali, a vida acabou.

Mesmo que o câncer seja uma doença que já possui métodos de tratamento extremamente evoluídos, o medo ainda é grande. Quando uma família recebe a notícia de que um dos seus membros está acometido dessa enfermidade, o sentimento de piedade é quase que unânime. Nessas horas, até aquele primo distante fica sabendo da história e lamenta, chora, sente pena do mais novo doente da família. Mas a tal da piedade toma proporções ainda maiores quando os cabelos começam a cair… Se antes era possível dar um jeitinho de esconder o câncer das pessoas mais distantes, agora, com o couro cabeludo à mostra, essa possibilidade parece ter caído por terra.

Lenços coloridos, perucas distintas, chales, toucas, gorros, etc, etc, etc. Nada disso é capaz de preencher aquele vazio que vai muito além do couro cabeludo. As mulheres, principalmente, se sentem vazias, quase nuas pela ausência dos cabelos que antes esvoaçavam pelo vento forte e eram vítimas das queixas por terem ficado armados durante uma chuvinha qualquer. Ter câncer é difícil. Perder os cabelos só torna essa batalha ainda mais árdua, mais dolorosa. E aqui o sentido passa longe da superficialidade… Os cabelos grudados na fronha do travesseiro pela manhã ou enroscados no ralo do banheiro após um simples banho só demarcam que o câncer está mais presente do que nunca.

A cada fio, uma lágrima. A cada fio, um sentimento de derrota. Mas por quê não mudar essa situação? Se as perucas não ajudam e se os lenços – por mais que carreguem cores extremamente alegres e coloridas – só fazem o sorriso ficar ainda mais distante, como encontrar outra solução para aqueles guerreiros que vão, muitas vezes, diariamente aos hospitais em prol da cura de uma doença tão ingrata? O Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer em conjunto com a agência de publicidade África não só acertaram o alvo, como também acertaram em cheio.

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Partindo do princípio de que os diamantes são feitos de carbono e que os cabelos possuem composição química semelhante, por quê não transformar cada fio de cabelo num verdadeiro – e concreto – símbolo de força, imortalidade, resistência e perseverança? Os fios de cabelos, colhidos de meninas que perdiam as madeixas por conta dos tratamentos quimioterápicos, foram submetidos a uma alta pressão, que transformava aquela marca num diamante. Com as pedras preciosas prontas, Ara Vartanian, um respeitável designer de jóias, criou três anéis que eram decorados com a preciosidade que vinha daquilo que antes era símbolo de tristeza.

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A campanha deu um novo significado não só aos cabelos transformados, mas em todos aqueles fios que caem devido o tratamento de quimioterapia. Agora, todo paciente que ver um fio caindo, poderá ver que ali está um verdadeiro emblema de força, indestrutibilidade e muito, mas muito valor.

Lindo, né?! Vale dizer que as peças feitas serão vendidas e o valor integral será revertido ao GRAACC.

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