Receitas para o inverno (porque gastronomia também é arte)

O inverno já chegou faz um tempo, mas só nessa semana estamos sentindo o frio absoluto. Em Cascavel/PR, por exemplo, os termômetros hoje (22/07) chegaram a marcar 1ºC e a sensação térmica estava abaixo de 0ºC (não tenho nenhum dado correto a respeito da sensação, mas garanto a vocês: está tão frio que os dedos chegam a ficar roxos!!).

Foto via Folha Popular

As férias acabaram e essa semana está marcada para ser a mais fria do ano!! Pensando nisso, o post de hoje não vai trazer algum artista e/ou projeto relacionado à arte que vocês estão acostumados a ver (e ler) por aqui, mas sim a duas delícias gastronômicas que tem tudo a ver com arte e que eu vivo fazendo pra aquecer esse clima frio!

Não posso dizer que sou expert em assuntos culinários, mas a comida que eu faço dá para o gasto… Bom, pelo menos quando eu resolvo me aventurar na cozinha a galera aqui de casa não reclama (vou desconsiderar as reclamações do meu pai a respeito do excesso de temperos, cof cof).

A primeira receita é fácil, mas um pouquinho trabalhosa… leva mais ou menos uma meia hora pra preparar, mas o resultado super vale a pena (meu namorado que o diga, já que quando eu resolvo fazer esse prato ele se enche de alegria hahah).
O nome é requintado, mas é tudo muito simples: é o famoso pettit gateau! A história desse bolinho é interessante… Um chef de cozinha francês estava preparando um jantar para várias pessoas e quando foi preparar a sobremesa, adivinhem, deu erro: os bolinhos não assaram direito! No meio do desespero e da pressa, o chef não tinha mais tempo – e ingredientes – para fazer toda a receita novamente, aí decidiu provar, viu que o gosto era bom e resolveu chamar de “pettit gateau”, que traduzido do francês para português significa “pequeno bolo’.

Foto via “prazamiga”

Vamos ao passo a passo?

Você vai precisar de:
– 200 gr de chocolate meio amargo (se preferir, pode usar 100g de meio amargo e 100g de chocolate ao leite);
– 2 colheres (sopa) de manteiga;
– 1/4 xícara de açúcar;
– 2 colheres (sopa) de farinha de trigo;
– 2 ovos inteiros;
– 2 gemas de ovo.

O processo é bem simples…  Primeiro você deve derreter o chocolate em banho-maria (tem gente que derrete a margarina também, mas eu prefiro derreter na frigideira e misturar depois então fica a seu critério). Coloque os ovos e as gemas num vasilhame e bata na batedeira com o açúcar até ficar uma mistura homogênea. Feito isso, você deve juntar o chocolate e margarina derretidos nessa mistura dos ovos e açúcar, colocar a farinha e bater com a batedeira novamente (se quiser usar o famoso fuê, fica a dica!).
Depois de tudo isso é só untar as forminhas com margarina e farinha de trigo, colocar a massa e depositar tudo no forno pré aquecido a 180º. Tome cuidado porque essa é a hora crucial!! Leve a massa para assar e deixe no forno por um tempo que gira em torno de 6 a 10 minutos… o truque é ir monitorando a massa e esperar os bolinhos crescerem e ficarem com o meio mais molinho (fica uma espécie de buraquinho na massa).
Desenforme quente e, contrariando os conselhos das vovós que diziam que não se deve comer bolo quente pra não ter dor de barriga, coma logo que tirar o bolinho das formas! O prato é acompanhado com sorvete e o sabor mais “neutro” é o de creme, que acompanha bem e não deixa muito enjoativo…

A outra receita não tem história que envolve chef de cozinha francês, mas sim uma mulher (qualquer semelhança com a minha pessoa, que vive experimentando coisas novas e trocando ingredientes, é mera coincidência) que resolveu fazer um chá e acabou se deparando com uma bebida bem semelhante ao tchai, famosa bebida indiana.


A ideia é simples e você vai precisar de:
– 1 xícara e meia de açúcar;
– leite (a quantia vai depender do quanto você quer que o “chá” renda);
– canela;
– cravo da índia;
– gengibre.

O processo consiste em caramelizar o açúcar numa panela, esperar dar o ponto – e por favor não deixe queimar -, colocar o leite na panela, cortar uns pedacinhos de gengibre e misturar ao leite junto com cravo da índia e pitadas de canela. Se você achar que falta açúcar, pode colocar à vontade, mas como fica o gostinho do caramelo, muitas vezes o açúcar não se faz necessário para adoçar posteriormente.
É isso… quando a bebida está bem quente, fica uma verdadeira delícia! A diferença dessa receita para o tchai original é que aqui nós caramelizamos o açúcar e lá não tem nada disso… mas vale a pena experimentar. Garanto a vocês 😉

Bom, terminada essa aulinha de culinária, espero que vocês tenham gostado das receitas e que, se forem tentar fazer, gostem do sabor das mesmas!

Não esqueça de curtir a página do Blog Venturarte!!

Obs.: Não coloquei nenhuma foto dos pratos que eu mesma faço porque sempre esqueço de fotografar e como eu queria passar essas receitas logo, recorri à internet mesmo haha

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