Prazer, me chamo George.

Pois bem, meu nome é George Frederico Ferri Ferreira (O cara da foto ali em baixo), tive a honra de ser convidado a participar do blog Venturarte e, gente, tô ficando famoso!! Pensei em fazer uma apresentação, afinal de contas, eu me conheço, não é? Não. Eu acredito que me conheço menos do que você, o que sei é que não me contento com ter um pouco de médico e louco, por isso sonho em fazer medicina para desfrutar dos prazeres da psiquiatria, sei também que sou professor da PBF aqui em Cascavel  e meu hobby favorito com certeza é brincar de escritor (Vai que um dia eu fico bem conhecido daí o pessoal começa a citar umas frases legais minhas e tudo mais!). Tenho uma namorada linda (Inclusive, beijo, Gi <3) e dias bem agitados, vou manter minha frequência aqui no blog e eu realmente espero que vocês gostem muito. Eu adoro conhecer novas pessoas e gente pra conversar (Principalmente sobre Literatura, videogames e filmes) e vou tratar como um prazer imenso conversar com leitores que tenham se interessado pelos meus textos.

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Acho interessante ressaltar que não consigo encaixar dentro de um texto a maneira com que eu quero que ele seja lido, é de conhecimento geral de pessoas que têm um volume a mais de leitura que é difícil ler um texto como o autor quer que o texto seja lido, não gosto do drama que os grandes autores fazem, quase como se o leitor tivesse que descobrir como ler os textos, eu acho interessante dizer que a maioria da minha literatura é uma coisa meio flash momentâneo, quase como uma introspecção mental cujo tempo real não dura mais que cinco minutos, o interessante fica por parte do tempo que se passa dentro da cabeça da minha persona fictícia, podendo durar uma ou 24 horas. Procuro colocar uma intertextualidade ou outra em todos os textos e eu gostaria de saber nos comentários se os meus lindos leitores as acham, fica aqui até um desafio! Eu realmente espero agradar fazendo o que gosto, espero também incentivar e espero alegrar, de alguma maneira. Segue o meu primeiro texto aqui no blog, se eu fosse você, prestaria atenção e encarnaria a personagem, o nome do texto é:

 

Hipocondria

Já sentiu aquele gostinho de ferro na boca, quase como se urânio radioativo estivesse vertendo de seus poros? Todo mundo inventa doenças e eu sei que aquele senhor que está sentado no banco transversal não acreditaria se eu lhe dissesse que tenho mais artrites, artroses e escolioses que ele – nada explica essa dor nas costas. E outra, como posso garantir que ilusões de ótica –daquelas da internet ou coisa assim – não são coisas só da minha mente? Eu poderia muito bem estar ficando louco, há tempos já não consigo controlar meus sensores motores, cores misturam-se aos sons e chocolate já não tem mais gosto de cacau açucarado. Será que o velho sabe o quão significativo é isso? Está frio mas parece que ele insiste em vestir pouca roupa, ele vai ficar resfriado. Estaria eu com algum tipo de febre? Seja ela amarela, azul ou vermelha, eu preciso ligar para meu médico – sim, tenho um médico particular, ele diz que eu sou hipocondríaco e eu digo a ele que ele não é meu psiquiatra, ele que deixe de tratar das coisas da minha cabeça e me traga os resultados do exame que fiz ontem, tenho medo de uma Leucemia grave ou coisa assim – será que eu não fui capaz de perceber o tal do Aedes aegypti enquanto ele me picava e agora tenho dengue? Quem sabe peguei o resfriado do velho, o que não é lá tão justo, eu estou vestido apropriadamente para o frio que não existe.
Dores musculares e febre, seria A. aegypti ou Anopheles? Eu até acho que mereço, olhe só para o velho e sua camisa social, será que ele realmente precisa de bengala? Eu acho que eu preciso de uma bengala, minhas pernas já doem, deve ser má circulação do meu velho miocárdio de vinte anos de idade, ou então esses alvéolos que de tão gastos devem estar confusos o suficiente para fazer um tipo de hematose reversa e me envenenar com esse ar poluído da cidade, mesmo estando eu num parque (pouco arborizado, muito bem, como será que eu vou sobreviver num mundo como esse?). Faço prosa como quem morre.

Me perguntaram sobre arte certo dia desses, na minha opinião, arte é o que o ser humano consegue inventar e que serve de algum grado para outro ser humano, pois bem, o que são meus pensamentos se não pura arte? Meu modo de ver o mundo – por mais cansado, dolorido e, como diria meu consanguíneo espiritual, “profundissimamente hipocondríaco’’ –, minha maneira de expressar o que acaba por transbordar meu “pote criativista’’ (metáfora de autor que explicarei quando me for dada a oportunidade)e minha visão minuciosa da folha que cai despretensiosamente da árvore (ou será que pretensiosamente? Você, leitor, nunca saberá!).

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Um pensamento sobre “Prazer, me chamo George.

  1. cara.. teu texto ate que ficou legal. Mas acho que se vc sonha em ser um escritor de verdade, precisa encontrar seu proprio jeito de escrever. Assim, ao ler seu texto da pra ver nitidamente que pegou o estilo de alguns escritores ( tipo clarice lispector e manuel bandeira) e misturou. Pense bem, Monalisa e uma obra considerada epica, certo ? mas se vc simplismente a copiasse, nao passaria de um ze ninguem,, Correto ? Nao veja meu comentario como uma critica, e sim como um auxilio de quem esta vendo a situacao de fora,, Se quer crescer mesmo dentro disso, ache o seu proprio jeito de escrever, Boa sorte na sua jornada

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