Musical “A Bela e a Fera” em Cascavel

Se você é um assíduo admirador de desenhos e contos de fadas, há de se lembrar de uma história encantadora que contava com bules, xícaras e até fechaduras falantes… Se isso não lhe traz nenhuma memória exata, tente rebuscar a clássica dança da linda princesa de vestido amarelo com uma temida fera de roupas azuis e sapatos bem requintados. Lembrou?! É isso mesmo. Hoje o post do Blog Venturarte é todo musicalizado e conta com o lindo conto da Bela e da Fera.

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No ano de 1740, um tradicional conto de fadas nascia na França. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, conhecida como a Dama de Villeneuve, a história chamada “a Bela e a Fera” (ou “a Bela e o Monstro”) passou a conquistar, aos pouquinhos, o carinho dos franceses. Dezesseis anos depois, a história contou com uma nova versão escrita por Jeanne-Marie LePrince de Beamount, que ficou responsável pelo resumo e adaptação do conto.

Com o passar dos séculos, a história da linda princesa que se apaixonou por um príncipe amaldiçoado ganhou novas versões que se adaptavam às culturas e ao contexto social de cada lugar em que ela era inserida. O objetivo de modificar para agradar deu certo, e por onde o conto passava, ele encantava pessoas das mais diversas idades e classes sociais.

Depois de ter ficado mundialmente conhecido através da adaptação feita pela Walt Disney Pictures, a história criada pela Dama de Villeneuve conquistou o coração de um grande número de pessoas e, para muitas delas, a Bela e a Fera virou um conto recheado de inspirações e lições de amor verdadeiro. Entre músicas que não saíam da cabeça das crianças e passinhos de danças que as incentivavam a dançar pela casa toda, a Bela e a Fera é um dos contos que faz mais sucesso na história dos clássicos da Disney.

Tentando trazer a magia desse clássico à cidade de Cascavel, a Nova Igreja Batista do Paraná (que já nos presentou com lindas apresentações como o “Sonho de Natal” e “O mágico de Oz”) fará apresentações desse clássico infantil que, novamente, ganha nova roupagem para que toda a família possa se divertir – e se deslumbrar – com o espetáculo musical. Contando com uma equipe de aproximadamente 100 (!) pessoas que se voluntariaram para trabalhar com som, elenco, produção, suporte, cenografia e maquiagem, a apresentação oferecerá ao público cascavelense um espetáculo completo que contará com os mais diversos ramos da arte como fantoche, dança, percussão e, claro, muita música boa.

Bela e a Fera (2)

Dessa vez, a Igreja ficará com a peça em cartaz por vários finais de semana para que o grande público tenha o prazer de escolher a melhor data para apreciar o musical e, claro, repetir a dose quantas vezes quiser. A estreia será no dia oito de agosto (sexta-feira), às 19h45min, mas nos dias 9, 10, 15 e 16 também será possível assistir a peça nos mais diversos horários; A entrada é franca e a censura é livre. Durante todos os dias, o musical será exibido no auditório da NIBPR, que fica localizado na Rua Carlos de Carvalho, nº 3289.

Convite A bela e a Fera

O deleite é garantido, mas a diversão ganhará espaço de destaque durante o musical, visto que as canções darão um ar especial ao espetáculo – que já tem tudo para ser mais um sucesso produzido pelos voluntários da Igreja. Não vai perder, não é?! Eu já garanti meus ingressos e se você quiser garantir antecipadamente, entre em contato com o pessoal da Igreja ou deixe seu comentário aqui no post. Com certeza logo você poderá retirar o seu convite.

“A Bela e a Fera, uma história de amor que transforma vidas”. Não perca a oportunidade… Vá transformar a sua também!

Curta a página do Blog Venturarte e deixe seu comentário por lá também! 😉

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O tipo de post que merece até música-tema!

Sim… A música do Tremendão e do nosso amado Roberto Carlos (vulgo Rei) entrou aqui para ser a música-tema do post! Ignore tudo. Foque na parte do “EU VOLTEI” porque, sim, nós voltamos ❤ Ou melhor, eu, Camila, voltei (e, quem sabe, agora pra ficar).

Minha vida deu uma acalmada geral – embora eu ainda esteja lidando com as coisas da auto escola, ô sofrimento! – e dentre os vários projetos que pairam na minha cabeça, percebi que o que mais me fazia falta era um projeto bem sucedido. Aí, como se fosse uma providência divina (amém), meu amado pai me questionou, assim, do nada: “filha, e aquele blog de arte lá? Nunca mais?!”. Respondi com poucas palavras: “Ah, pai, perdi o gosto”. Mas, no mesmo instante, senti meu coração acelerando, minhas pernas tremilicando e minha cabeça invadida por um turbilhão de ideias (tipo sentimento de paixão mesmo, há!). Depois de muito tempo longe, percebi que minha maior paixão ainda estava aqui, no Blog Venturarte (é muito amor ❤ ❤ ).

Sim, eu sou do tipo que demora mil anos pra perceber o óbvio. Mas percebi… Tardou, mas não falhou. E eu resolvi voltar, olhem só que coisa bela e bonita e cheia de alto astral! Ainda não sei como vou fazer as coisas por aqui. Minha vontade era mudar tudo, tudo mesmo… de cabo a rabo. Mãs, porém, contudo, todavia, meu orçamento não permite tantas mudanças mirabolantes assim… Aí eu aposto no mesmo em termos estéticos, mas numa mudança completa em termos editoriais. Sim, chega de textos longos. Mentira. Vai continuar tendo textos longos porque eu sou assim, escrevo mesmo e chega de drama. Mas a ideia é não ter tanto preconceito com informações curtinhas e dar um gás nelas (de vez em quando, ok?!).  Mas se prepare: o conteúdo será mais variado… Agora o Venturarte não vai se “limitar” (ai que palavra terrível) ao ramo da arte, porque quando eu achar conveniente, poderei dar uma variada nos temas daqui, embora a arte seja variada por si só.

Então é isso. Chega de blá blá blá e bora voltar ao trabalho porque esse Venturarte merece um empurrão (nada de inho) pra voltar com tudo! Afinal, vocês, que continuaram acessando o blog mesmo depois dele ter parado de receber atualizações, merecem o melhor! 🙂

Obs.: Sim, eu mudei um pouco o jeito de escrever, mas fiquem tranquilos: o excesso de expressões, travessões, parênteses e comentários vieram exclusivamente pela animação do meu retorno (se nem eu me animo, quem se animaria?). Entonces, os nossos posts voltarão a ser lindos e maravilhosos – e bem escritos – a partir do próximo (ai, quanto ego para um final de parágrafo!!).

Obs. 2: Já temos uma previsão não muito concreta de publicar algo hoje. Sim, hoje. Então fique atento! Se não for hoje, paciência… A gente tarda, mas não falha (esse devia ser o slogan do Venturarte, só acho!).

“Real Life Instagram”, por Bruno Ribeiro.

Como não amar uma fotografia?!

Tecnicamente falando, a fotografia é a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível.

Com o avanço constante da tecnologia e o uso diário dos smartphones, fotografar virou parte do cotidiano até dos amadores e apaixonados pela arte.

E como não pensar no Instagram quando falamos de fotografias?! O aplicativo que desde 2010 vem colecionando usuários de todos os tipos.

Foi pensando nesse universo que Bruno Ribeiro, um publicitário brasileiro, de 35 anos, casado com a canadense Zoe Perry e que, atualmente, mora e trabalha em Londres criou o projeto chamado “Real Life Instagram”. Ele também já morou em Manchester, Madrid, Moscou e Lisboa. Corintiano, diz que sempre assisti aos jogos pela internet, mesmo quando, por culpa do fuso horário, eles passam de madrugada.

Real Life Instagram

Real Life Instagram

O projeto nada mais é do que frames montados em papel cartão, papel celofane e colocados em pontos da cidade. Bruno disse que usa os mesmos materiais que as crianças de Educação Artística usam.

Real Life Instagram

Real Life Instagram

Quando perguntamos para ele o que é o “Real Life Instagram”, Bruno respondeu o seguinte:

“Comecei o projeto nas ruas de Manchester em junho, cidade onde morava antes de me mudar para Londres. Sobre o projeto, acho que tenho dois sentimentos por trás dele: o primeiro é uma homenagem ao Instagram. Acho o app incrível, pela simplicidade do uso e principalmente por trazer a fotografia para nossas vidas cotidianas. Quantos fotos você fazia antes do Instagram? Não vale contar as férias nem festas. E quantos detalhes você realmente observava na sua cidade? No cotidiano das pessoas que passam ao seu lado? Acho que o Instagram trouxe esse olhar para gente. Fez a gente se sentir mais criativo, tentar um ponto de vista bem pessoal, um angulo ou uma foto que antes nunca havíamos pensado em tirar. Acho essa mudança de comportamento incrível. Mas por outro lado, tem um sentimento não tão positivo, para dizer o mínimo, que é nossa obsessão em estarmos conectados. Temos que deixar de olhar ao nosso redor, para checar nossos smartphones a cada 17 segundos? Fico constrangido ao ver em restaurantes casais quase que o tempo todo em seus celulares ou grupos de amigos em um bar que nem parecem amigos, pois passam mais tempo se auto entretendo do que rindo de coisas que já passaram juntos. Serio, um e-mail que talvez chegue é mais importante do que ouvir a historia do seu amigo numa mesa de bar? Talvez esse meu sentimento seja porque sou de uma geração pré-internet. Talvez quem nunca viveu sem o 3G ache isso normal. Por isso, tento de forma bem tímida e íntima, chamar a atenção de pessoas para que a vida pode, e deve, ser vivida com menos tecnologia. Não quero pregar nem dizer que existe apenas uma verdade. Mas se eu fizer a pessoa pensar um pouco a respeito, já fico feliz. Mas se a pessoa também se divertir com a instalação, seja encontrando na rua, compartilhando o blog do projeto ou mesmo fazendo fotos com seus celulares, também fico feliz. Afinal é sempre bom poder quebrar a rotina, trazer o bom inesperado para a vida das pessoas.”

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A criatividade não tem limites mesmo.

Para conhecer o trabalho de Bruno, visitem o blog do projeto “Real Life Instagram” aqui.

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Até a próxima,

Bárbara.

 

 

Surpresa, voltei! <3

Bom dia, leitores mais bonitos dessa região, adivinha quem está de volta! Sim, é o George!

Bem, passei um tempinho fora devido a viagens, vestibulares e férias surpresa… Voltei com um ritmo legal na cabeça e um pedido de desculpa nas mãos, tenho um assunto a tratar e um tema textual um pouquinho diferente, enfim, first things first:

Sobre o assunto: meu último texto recebeu uma crítica anônima, eu tomei um tempo para respondê-la enquanto estava em um hotel em Foz do Iguaçu, o que acontece é que a internet do devido local passou por certos problemas e eu não consegui responder ao comentário e também não tenho acesso a ele novamente, adoraria que o anônimo comentasse novamente ou algo do gênero, sendo assim, grato! (Lembrando que todos são bem-vindos, adoro ouvir/ler críticas, ajuda bastante no crescimento literário)

Sobre o texto: Alguns de vocês devem conhecer uma coisa chamada ”Pesadelo noturno”, ou ”Paralisia do Sono”, que é quando você se vê imóvel durante o sono, como se estivesse soterrado por um monte gigantesco de areia e obrigado a se manter imóvel, a explicação científica é tal que o corpo diminui a produção de melatonina, o que acaba inibindo o movimento dos músculos voluntários, dando assim a sensação de paralisia, isso acontece todas as noites com seu corpo, o pesadelo é quando você acorda enquanto seu corpo ainda tem pouca melatonina. Existem explicações mitológicas interessantíssimas sobre tal mal, por exemplo, na Suécia, a paralisia do sono é vista como causada por uma égua (Mare), uma criatura sobrenatural relacionada com o lobisomem. A Mare é uma mulher maldita, que perdeu misteriosamente o corpo durante o sono. Neste estado, ela visita as suas vítimas e senta-se em cima do seu peito enquanto estão dormindo, fazendo com que elas tenham pesadelos (Imagem), as histórias não findam e rendem boas conversas! Pois bem, este que vos fala tem a sorte de sofrer com o tal problema, durante minhas ”férias surpresa” eu tive a sorte de passar por mais um desses episódios e, visto que eu não conseguia dormir novamente (admito que foi falta de coragem), resolvi escrever sobre o episódio, foi mais ou menos assim:

Imagem

Eu sou sempre o primeiro a estar no quinto sono, surpreendentemente, a julgar pela inquietude da cabeça. Pois hoje acontece que a namorada já dormiu, o sol já dormiu, a beira da praia já dormiu e até o gato lá fora que, irritante, parecia ser um empecilho, dormiu antes que eu o estrangulasse. Estou acordado e não é por motivo qualquer, estou acordado porque ele não me deixa dormir. Acontece que tenho sonhos, vou explicar, mas é como tentar explicar um sentimento, requer muita imaginação: Lá estou eu, bonitinho, deitado de bunda pra cima, tudo parece ótimo, são duas e quarenta e oito da manhã e o sono vem em volúpia sedutora, os olhos são os primeiros a se entregarem e os últimos a serem levados, fechando bem lentamente, quando acontece que o corpo fica pesado, o corpo fica pesado e ele fala que agora já foi, ele fala que agora não adianta gritar e que não tem mais como voltar, e lá estou eu, bonitinho, deitado de bunda pra cima, enquanto tento abrir meus olhos enquanto meus braços e pernas tentam vão movimeto ,ele fala cada vez mais alto, que é pra assustar todo mundo na casa, de repente eu começo a ver que, enquanto tento abrir os olhos eu vejo faixas, como se fossem pedaços de fita negra estranhamente translúcida me atando ao colchão, ridiculamente eu tento pensar em outra coisa, quem sabe se as fitas fossem ondas no mar, marés de fracasso e o pavor toma conta novamente. Ele passa a falar mais alto, cada vez mais aterrorizantemente, eu sequer consigo entender o que se diz, graças a Deus eu não consigo. Vem a ideia que deveria ter vindo há muito tempo: eu me levanto, o problema é: nem em sonho. Minhas pernas insignificantemente tentam se curvar a fim de que eu me levante, é ridículo tentar, tudo grita, o mundo acorda, minha cabeça ferve e até o gato mia. Até que, não sei se por bênção ou porque ele sabe que eu precisarei voltar a dormir alguma hora, eu ganho movimentos e consigo ao menos sentar, o que antes do sono parecia ser comum se revela ser meu prêmio final: o direito de sentar, por mais glorioso que soe, o pavor ainda domina, dormir parece mais uma chaga, um mal familiar (minha mãe alertou seus episódios) e eu não sei onde enfiar todo o meu sono, por vezes desejei ficar acordado, mas uma hora preciso recarregar minhas baterias, descansar minha cabeça sobre meu travesseiro e ouvir um sussurro baixinho: Que bom que você voltou, pronto pra outra voltinha?

 

Pra quem é um pouquinho mais assustado: Lembre-se de que pode acontecer com qualquer um, basta ter um pouquinho de má sorte e uma pré disposição baseada na maneira com que você se deita, bons sonhos. 😀

“Philographics – Big Ideas in Simple Shapes”, por Genis Carreras.

Oláaaa!! Como já foi dito aqui, sou a nova colunista do Venturarte. Sou a Bárbara, estudante de Arquitetura e Urbanismo, geminiana curiosa e apaixonada por arte, cores e cultura.

Mudando um pouco de assunto, hoje vou falar de um projeto apaixonante!

Depois de tanto ouvir a famosa frase “menos é mais” de Mies van der Rohe na faculdade, acabei aceitando o minimalismo como pensamento. E para mim, nada mais minimalista do que o trabalho de Genís Carreras, um designer gráfico residente de Londres e nascido na Catalunha (Espanha).

Genís Carreras nasceu na Espanha e tem 26 anos e além de designer gráfico também é empreendedor.

Genís Carreras nasceu na Espanha, tem 26 anos e além de designer gráfico também é empreendedor.

Genís desenvolveu o projeto chamado “Philographics”, onde mostra, minimalistamente, que a filosofia e o design podem sim, andar juntos. O espanhol criou, inicialmente, 24 pôsteres ilustrando pensamentos que vão do Relativismo ao Absolutismo passando até pelo Holismo. Com uma ideia sensacional, unindo formas geométricas e cores, ele conseguiu criar um dicionário visual bem direto para várias correntes filosóficas.

Philographics 2

O artista percebeu então que havia deixado passar muitos pensamentos bacanas e acabou dando continuidade com o projeto. Em 2013 Carreras não produziu apenas pôsteres, ele avançou seu trabalho para cartões postais e também um livro (que possui versão impressa e digital), unindo assim mais de 94 imagens.

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Para conhecerem mais sobre o trabalho de Genís Carreras, é só clicar aqui!

Será um prazer escrever aqui para vocês, acompanho o Blog desde sempre e fazer parte dele é uma honra.

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Até a próxima,

Bárbara.

Tem colunista nova na área!

Me perdi no meio das publicações de novo. Sim, de novo. Em meio a trabalho, obrigações cotidianas e duas faculdades, o blog acabou ficando em segundo plano pra mim! Não que eu não goste daqui… Na verdade, o Venturarte me faz muito feliz e me satisfaz de uma maneira incrível.

Eu poderia ficar horas listando as coisas que mais gosto aqui no blog. O retorno dos leitores está sempre em primeiro lugar, confesso. Mas eu me sinto culpada quando, devido a tudo aquilo que já citei acima, não consigo publicar com a frequência que eu publicava. É por esse motivo que eu estou sempre buscando novos colunistas e colaboradores que possam ter o espaço no Venturarte e, assim, completarem duas missões: a primeira, que é a de me ajudar; e a segunda, que é a de transmitir mais arte aos nossos leitores!

Busquei, busquei e encontrei. Bárbara Cáus Cordeiro é o nome dela. E é ela quem será a mais nova colaboradora do blog. É uma simpatia em pessoa, garanto a vocês… Ela é estudante de arquitetura e urbanismo, tem 20 anos, nasceu no Espírito Santo e foi parar em Minas Gerais. Mas o que importa mesmo – e o que vocês realmente precisam saber – é que ela acompanha o Venturarte desde o início, é apaixonada por arte e está louca pra começar a publicar por aqui.

E antes que ela tenha um ataque de ansiedade, vou terminar isso e fazer com que ela mesma venha se apresentar e, claro, publicar o seu primeiro post!

Espero que gostem da novidade. Na verdade, tenho certeza que irão gostar.

Bárbara, seja MUITO bem vinda à equipe Venturarte.