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O universo fotográfico de Hid Saib – Obvious Magazine

Existem projetos que me encantam assim: na hora.
Com o projeto neon, criado pelo fotógrafo Hid Saib, foi exatamente dessa maneira. O encanto foi instantâneo e na mesma hora procurei entrar em contato com o artista para conseguir uma entrevista!
O cara se mostrou a simpatia em pessoa e a conversa fluiu de uma maneira muito simples e natural… Adorei falar mais sobre o projeto e poder acompanhar a evolução do mesmo (até porque fiz a entrevista no finalzinho de dezembro e um tempo depois saíram matérias sobre ele no Daily Mail, Estadão e vários outros jornais de renome).

É um prazer imenso poder divulgar a arte de pessoas como Hid. E enquanto a maioria dava ênfase apenas ao projeto neon, tentei falar sobre os outros e também sobre a carreira dele… Isso é extremamente bacana!

Para ler a entrevista completa, acesse esse link. Publiquei apenas na obvious para não dar problemas em relação às buscas do google e também para ter maior repercussão.

Leiam, curtam, compartilhem… Nem tanto pelo blog Venturarte, mas pelo trabalho de Hid que merece ser divulgado!

 

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MATÉRIA COMPLETA AQUI —–>

A arte naif de Ernane Cortat

Espontânea, autêntica e até ingênua. Assim começa a (quase) definição da arte naif, uma categoria artística que foge da classificação de “escola” e que preza pela liberdade de expressão do artista: é a partir da arte naif que ele poderá fazer as suas obras de modo instintivo e, assim, expandir o seu universo particular.

Também chamada de arte primitiva, a naif é uma forma de expressão que não procura se encaixar nos moldes acadêmicos, tendências modernistas ou mesmo no famoso – e batido – conceito de arte popular. Ela é muito próxima da arte infantil, daquela que não exige uma técnica propriamente dita mas, mesmo assim, não parece coisa de criança!

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Complexa de definir, mas facilmente feita pelos artistas, a arte naif traz uma alegria aos olhos de quem a vê. A paleta de cores utilizada é vasta (além de ser uma categoria marcante) e nas obras, a composição plana e bidimensional retrata a simplicidade figurativa da arte naif. Nela não existe uma perspectiva geométrica… Na verdade, a simples composição das cores e imagens simétricas já cumprem o seu papel de fazer arte!

A arte naif começou a surgir pelas obras de Henri Rousseau. Sem nenhuma formação técnica na arte, durante a sua primeira exposição, Henri foi extremamente criticado pelos críticos de arte da época por não seguir nenhuma composição certa e/ou perspectiva de desenho… As cores também eram motivo de polêmica: onde já se viu um artista ignorar as regras e “jogar” as cores de modo arbitrário?

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O que antes era polêmica virou tendência. Ok, a palavra tendência não se encaixa muito bem no contexto quando o assunto é arte naif… Mas a verdade é que os artistas do mundo todo passaram a usar alguns elementos do naif e, assim, popularizaram essa nova perspectiva artística. No Brasil, por exemplo, a adesão foi tão grande que até um museu específico foi criado: o MIAN, Museu Internacional da Arte Naif do Brasil (localizado na cidade do Rio de Janeiro).

E é no Rio de Janeiro que um dos maiores nomes da arte naif no Brasil faz as suas obras. Ernane Cortat é um artista plástico que aderiu a arte naif assim, sem razões específicas… Foi algo espontâneo, mas que deu – e ainda dá – muito retorno! Extremamente espiritualizado e ligado às artes, Ernane é o exemplo perfeito daquilo que é naif: agradável, leve e com muita alegria pra dar e vender.

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Eu me encantei pela arte de Cortat logo de cara e na hora eu soube que queria passar tudo isso para os leitores do Blog Venturarte! Pensei em como eu poderia trazer a essência da arte de Ernane para cá e no meio de tantas ideias, pensei numa entrevista. Mas como fazer uma entrevista com um artista que está no Rio de Janeiro, sendo que estou no Paraná? Facebook! Fiz uma pequena busca, encontrei o artista e mandei uma solicitação de amizade (na cara dura mesmo). Poucos minutos depois recebi uma mensagem me desejando paz, alegrias e agradecendo o pedido de amizade: era de Ernane. A felicidade foi instantânea, pois além do artista possuir toda a alegria e leveza que suas obras nos transmitem, a possibilidade da entrevista estava bem próxima de se concretizar.

Se concretizou… E hoje eu lhes apresento, com muito orgulho (e muita alegria), a entrevista que fiz com Ernane, um artista que nos transmite paz mesmo a km de distância.

Blog Venturarte: Quem é Ernane Cortat?

Ernane Cortat – Acho difícil falar de si mesmo. Só sei que é uma pessoa que quer seguir fazendo seu trabalho sem pensar em competição, sem passar por cima de nada e de ninguém, respeitando o máximo todo ser humano.

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Blog Venturarte: Quando você se descobriu como artista?

Ernane Cortat – Já pintava há um certo tempo, mas não acreditava muito e sem eu saber meu irmão me inscreveu em 2 salões de arte na época muito importantes e eu fui premiado nos dois… Mesmo assim fiquei inseguro. Só quando tive coragem de abandonar a profissão de Psicólogo para fazer da arte o meu ofício acreditei que realmente a arte era o que queria, mas não deixando de amar a Psicologia, que é muito importante na minha vida.

Blog Venturarte: Por que optou pela arte “naif”?

Ernane Cortat –  Não foi uma opção, desde o primeiro quadro era isso que queria. Todas as artes são irmãs e a arte naif veio de uma forma que não sei explicar, chegou, ficou e creio que vamos seguir juntos pela vida toda.

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Blog Venturarte: O que você pensa enquanto está produzindo seus trabalhos?

Ernane Cortat –  Quando pego a tela em branco sempre escrevo algo para quem um dia ficará com ela: uma poesia, um pedido que leve alegria, harmonia para onde for sua morada… Pinto em cima e vou pintando o quadro sempre pensando nisto. Quando fica pronto, acredito que não existe quadro pronto, pois pode-se sempre continuar, falo para ele: Vai alegrar a casa, a vida de quem te escolher!

Blog Venturarte: Seus trabalhos são muito ligados à diversidade de cores. Isso é proposital ou é algo que você faz involuntariamente?!

 Ernane Cortat – Gosto de muito de cores alegres. Elas vem, não programo muito um quadro. Às vezes penso uma coisa e ele toma outra direção e assim são as cores, vem e vão com toda a liberdade. Elas são donas da tela, eu obedeço.

Blog Venturarte: O que você procura retratar nos seus trabalhos? Existe alguma inspiração específica ou é algo momentâneo?

Ernane Cortat –  Procuro retratar, a alegria, a felicidade, a Paz, o melhor da vida, tento passar isto o tempo todo

Blog Venturarte: Como é o seu processo criativo até finalizar uma obra?

Ernante Cortat – Meu processo criativo não tem muita coisa planejada, faço o fundo da tela e deixo acontecer. A inspiração vem e vai acontecendo até achar que devo parar, como falei acredito que sempre pode-se continuar.

Blog Venturarte: Onde o leitor – e admirador do seu trabalho, assim como eu – pode encontrar as suas obras?! Você mantém um esquema de vendas?

Ernane Cortat – Minhas obras podem ser encontradas no Rio de Janeiro, São Paulo, Tel Aviv e Nova Yorque (onde trabalho com galerias fixas há muito tempo) ou comigo. O esquema de venda comigo é diferenciado do valor de galerias. Divido em 3 vezes, ou a negociar…

Blog Venturarte: Para finalizar, o que a arte significa na sua vida?

Ernane Cortat – Tudo, é meu ofício, a minha vida, o meu prazer, a minha Paz.

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Como puderam perceber, as obras são ricas em detalhes e, devido à dedicação singular de Ernane, também são repletas de  espiritualidade!
Quer ter uma obra de Ernane nas paredes da sua casa ou do seu escritório? Entre em contato om ele pelo e-mail ercortat@gmail.com ou pelo celular (oxx21) 99257-7243.
Para conhecer outras obras do artista, clique nesse link. 

Não esqueça de curtir a página do Blog Venturarte

 Obs.: As informações técnicas a respeito da definição da arte naif foram baseadas no texto do site História da Arte.

Amora Cupcakes: do sonho à realidade

Eles não são apenas bolinhos… São decorados, coloridos e deixam qualquer um com água na boca. E não se engane: eles podem ter muito mais recheio do que os bolos maiores! De tão deliciosos, até as fadas já se meteram no meio da história, pois no seu início eles eram chamados de fairy cakes (bolos de fada, em português).
Já sabe do que estou falando?! Se pensou em cupcakes, os tradicionais bolinhos ingleses, está certo.

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Cupcake sabor Banoffe. Foto por Pam Guedes.

Cupcakes são bolinhos originários da Inglaterra. Mas o sucesso deles começou quando se tornaram populares nos Estados Unidos. Lá, a massa tradicional de baunilha e cobertura de foundant perdeu o seu espaço e os deliciosos recheios começaram a surgir.

É claro que a coisa não podia parar por ali… Os cupcakes “dominaram” as cozinhas do mundo todo e até no Brasil ganharam toques e detalhes especiais.

Na cidade de Cascavel não é diferente. Carol Freire, uma bacharela em Direito que não atua na área, deu aos cupcakes os seus toques! Da cozinha da “Amora Cupcakes” surgem sabores como chocomenta (chocolate com menta), dois amores (brigadeiro branco e preto), paçoca, cereja e morango com brigadeiro, creme de avelã com brigadeiro branco… É um sabor mais delicioso que outro (e capazes de agradar todos os gostos).

Mas a verdade é que Carol não trabalha sozinha… É isso mesmo! Por lá, a magia acontece a partir das mãos de duas pessoas apaixonadas pelos tais bolinhos: dela e do seu marido, Fábio Freire. É na cozinha da casa deles que os cupcakes ganham forma, cobertura e recheio. E tudo de uma maneira extremamente caprichosa (e pra lá de deliciosa).

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Foi há alguns meses que essa história toda começou. Bom, na verdade, foi há mais ou menos 6 anos. Mas quem sou eu pra contar tudo isso?! Decidi ir até a Carol para pegar as informações direto da fonte e, olha, além de sair de lá com uma entrevista que tirou todas as minhas dúvidas, saí com três cupcakes que fizeram o meu final de semana mais doce.

Carol começou contando que tudo surgiu a partir de um sonho. Há mais ou menos seis anos, ela e sua cunhada conheceram a moda dos cupcakes e decidiram experimentar. A tentativa não foi fracassada, mas também não teve muito sucesso. “Naquela época, em Cascavel não tinha material para fazer os cupcakes e o que tinha era muito caro! Nós realmente achamos que era mais um sonho que ficaria no papel” contou ela. Mas elas se enganaram… A realização pode ter tardado, mas veio com tudo.

Há nove meses, Carol começou a trabalhar efetivamente com os cupcakes. A produção aumentara, os produtos eram encontrados com mais facilidade e a demanda também ficou maior! O incentivo para que aquele sonho antigo voltasse a ser experimentado surgiu quando uma de suas amigas começou a fazer Gastronomia. Elas se juntaram e dessa parceria surgiu a vontade – e a coragem – de investir nos bolinhos.

Mas esse não foi o início. O desejo pela culinária pode ter vindo de memórias da infância. Afinal, uma presença constante na sua vida também era ligada à arte de fazer comida. “É de sangue… Minha mãe sempre trabalhou com comida e eu cresci vendo isso!” declarou ela.

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Cupcake sabor Chocomenta

Hoje a produção depende das encomendas. Carol e o seu marido investem tempo nos cupcakes quando os pedidos são feitos e praticamente todos os finais de semana (ou quinzenalmente) a cozinha do casal fica tomada por formas, forminhas, panelas com brigadeiro e saquinhos de confeiteiros. Ela contou que mesmo com pouco tempo em exercício, já dá pra ter uma noção da preferência do público. “São três sabores que fazem mais sucesso: de dois amores, que é, na verdade, recheio de brigadeiro puro; banoffee, que é mais ou menos uma criação minha, cuja receita original é de uma torta, mas decidimos trazer para os cupcakes e o de paçoca (que é um dos favoritos)” contou a proprietária do Amora Cupcakes. Mas além desses, também existe um que ainda está no plano das ideias. “O sabor que está em criação será lançado no ano que vem, mas é surpresa” disse Carol com um tom de mistério e animação.

Numa cidade onde a demanda por cupcakes está cada dia maior, é preciso ter um diferencial em relação à concorrência e para isso, o casal Freire não mede esforços. “Tentamos usar produtos de boa qualidade e, principalmente o chocolate e o creme de avelã, são vindos de outros lugares. Então, basicamente, são produtos importados” relatou Carol.

Mas o diferencial não diz respeito apenas aos produtos importados, aos sabores incríveis ou às viagens para lá e para cá… Lá, o foco não é direcionado apenas aos cupcakes. Carol também faz os famosos “naked cakes” (ou bolo pelado em português). Como em Cascavel ainda não existe um local especializado nesses bolos, a Amora Cupcakes se torna ainda mais autêntica e cheia de delícias.

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Naked Cake

Sobre o nome do empreendimento, a história é meiga. Enquanto Carol e sua cunhada assistiam ao filme “A era do Gelo 3”, uma cena chamou a atenção: os personagens buscavam um sinal para nomear o filho do Mamute, que estava prestes a nascer. No meio das procuras, encontraram uma amora e assim ficou. As duas se encantaram e logo que a ideia dos bolinhos ressurgiu, Amora Cupcakes pareceu o nome perfeito. O tal cupcake de amora existe, mas como a dificuldade para achar essa fruta na cidade é grande, o sabor ainda está em teste.

Sobre o crescimento do empreendimento, Carol deve muito à internet e aos amigos. Isso porque não havia um investimento sólido na divulgação e tudo era feito por meio das redes sociais e também pelo tradicional “boca a boca”. Mas hoje a Amora Cupcakes cresceu e tem até um cartão de visita próprio! Isso só demonstra uma coisa: existem muitas chances para a ideia ficar ainda mais efetiva. Prova disso é que os alimentos criados na cozinha do casal Freire já viajaram até para Curitiba. Na semana em que a entrevista foi realizada, Carol estava separando alguns produtos para levar até a capital.

E as encomendas não são pequenas, não… A Amora Cupcakes já deixou vários eventos mais doces com os seus produtos. Casamentos, festas de aniversário, chás de bebês/panelas/lingerie e outras comemorações já tiveram seu cardápio incrementado com os cupcakes e naked cakes produzidos por Carol e Fábio.

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Cupcake sabor Dois Amores

No meio dessa história toda, uma hora tive que me despedir… Mas antes disso, perguntei para Carol o que, para ela, significa entrar numa cozinha e estar livre para criar. A resposta não podia ser diferente. “É uma mistura de sentimentos: uma realização (por saber que é um sonho que eu sempre tive) e, como eu digo para o meu marido e alguns amigos meus, também é uma terapia. Eu posso estar extremamente estressada, mas tenho que deixar todo o estresse de lado antes de entrar na cozinha… Senão não dá ponto na massa, não dá ponto na ganache! Então eu preciso relaxar para entrar na cozinha. Eu já entro sabendo que terei um tempo meu para fazer o que amo. E como faço com o meu marido, também é um momento em que estamos juntos. Ele é super parceiro e é muito bom fazermos as coisas juntos” relatou Carol.

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Se você quer ter o seu evento mais doce com os cupcakes e naked cakes produzidos na Amora Cupcakes, entre em contato pelo telefone (45) 9116-4090. Também é possível fazer os seus pedidos pela página no Facebook  (e é lá que Carol publica novidades a respeito das produções).

E você já está sabendo sobre o nosso sorteio comemorativo de um ano de existência do Blog Venturarte?! O “prêmio” é um copo de porcelana LINDO da Coca Cola e 4 cupcakes da Amora. Não perca a chance de participar. Dê uma olhada na página do Blog Venturarte e saiba mais informações a respeito.

Dicas para exercitar a criatividade

cri·a·ti·vi·da·de, segundo o dicionário Priberam. Criativo + idade. Substantivo feminino. 1. Capacidade de criar, de inventar. 2. Qualidade de quem tem .ideias originais, de quem é criativo. 3. [Linguística] Capacidade que o falante de uma língua tem de criar novos enunciados sem que os tenha ouvido ou dito anteriormente.

Criar, inventar, ousar… Tudo isso torna alguém “criativo”.

Mas o processo criativo é algo polêmico. Sim… Polêmico! Isso porque existem várias maneiras de colocar a criatividade em prática. Ousando, mudando as coisas de lugar, explorando novos ambientes (e horizontes). O desejo pela criação é constante e hoje não é apenas na arte, mas sim em todos os ramos.

A verdade é que a criatividade é subjetiva: cada um tem o direito de criá-la do seu jeito! Mas pensando em deixar o processo criativo nas mãos de várias pessoas, o blog Follow the Colours publicou uma espécie de infográfico contendo 11 dicas para exercer a criatividade.

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Bacana, não é mesmo?! Se tudo isso funciona é difícil afirmar… Mas pelo menos tentar não custa nada e se é pra ser criativo, vale rir alto, sonhar, “sair” da caixa e até mesmo tomar uns bons drinks.

Curta a página do Blog Venturarte e também a página do Follow The Colours.

Sorteio de aniversário!

Respeitando todos os clichês possíveis, a gente faz aniversário, mas vocês ganham o presente!

O sorteio organizado para comemorar o aniversário do Blog Venturarte conta com duas participações incríveis.
Mas vamos começar pelos prêmios… O ganhador receberá no conforto do seu lar (ou onde preferir) um copo de porcelana da Coca-Cola e 4 cupcakes deliciosos cujos sabores serão escolhidos por ele.

O copo de porcelana é perfeito para aquecer aquele café ou mesmo o chá que você deseja tomar! Ele conta com um tampo de silicone que protege a bebida do ambiente. Quer saber da onde vem?! Lá da Dactylo Móveis de Madeira. Estou trabalhando lá há alguns meses e a empresa doou o copo em prol do aniversário do Venturarte. Tem como não amar?!
Os cupcakes não tem muita descrição pra fazer, não (até porque sairá entrevista com a criadora dessas delícias aqui no blog logo logo). São deliciosos, molhadinhos e super recheados! Eles são da Amora Cupcakes, cuja dona é uma pessoa maravilhosa que também resolveu se juntar à missão “1º Ano do Venturarte!”.

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Para participar é bem simples.

1. Se inscreva no aplicativo Yes! Ganhei;
2. Entre nesse link http://goo.gl/8zHKXj e clique em “QUERO PARTICIPAR”
2. Curta a página do Blog Venturarte;
3. Compartilhe essa foto do sorteio;
4. Cruze os dedos e torça!

O sorteio começa hoje, em pleno dia de aniversário do blog, e o resultado sairá no dia 31 de janeiro de 2014 às 14h. Isso tudo é pra dar tempo de participar, hein?! Vale dizer que o sorteio só é válido para os que moram no Brasil.

Quer dar uma olhada no regulamento?! Simmmm, né?

1. O sorteio contemplará apenas 1 (um) ganhador sendo que este deve ser do Brasil;
2. O sorteado deverá entrar em contato com a equipe do Blog para reclamar o seu prêmio em até 5 (cinco) dias após a realização do sorteio;
3. Os 4 (quatro) cupcakes que serão enviados terão os sabores escolhidos por quem ganhar o sorteio e como são perecíveis, o envio deles deverá ser negociado com a equipe do Blog Venturarte.
4. O ganhador não receberá seu prêmio caso descumpra algum dos requisitos, sendo que eles são: se inscrever no sorteio pelo aplicativo Yes!Ganhei, curtir a página do Blog Venturarte e compartilhar a imagem específica da promoção do sorteio (sendo que esses dois últimos requisitos são aplicados pelo próprio aplicativo para que o sorteio automático seja realizado).
5. O sorteio é automático, o que impede qualquer tipo de alteração do resultado.
6. O sorteado deverá entrar em contato com o Blog para enviar os seus dados de endereço completo para que possamos enviar o prêmio.
7. O sorteio não é vinculado ao Facebook e nem a nenhum jogo de azar. Isso significa que é um sorteio independente do Blog Venturarte sem fins lucrativos que visa apenas a confraternização do aniversário do blog.
8. A entrega do prêmio dependerá do prazo dos correios, ou seja, o Blog Venturarte não se responsabiliza por eventuais atrasos.

Gostou?! Já está ansioso? A gente também… Participe e comemore conosco 😀

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1 ano de Blog Venturarte! ;)

150 publicações. Mais de 17 mil visualizações. 73 comentários. 846 likes no Facebook. Uma média maluca de 39 visitantes por hora nos melhores dias. Leitores espalhados por 63 países. Um espaço na Obvious, outro no Jornal do Oeste e também no site Eu que acho! Parece loucura? Pois é… Esses foram os resultados obtidos durante um ano do Blog Venturarte.

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Um ano de alegrias, desafios e muita matéria bacana. Durante os dias que se passaram, fiz de tudo para que eu honrasse com o meu objetivo inicial: ter um blog sobre arte que fosse dinâmico, pouco cheio de frescuras e que me desse orgulho o suficiente para eu ter a coragem de divulgá-lo por aí. Consegui! Na verdade, consegui muito mais que isso…

Sempre quis ser Jornalista, mas desviei o caminho e iniciei o curso de Direito! Num dia normal de estágio no escritório de advocacia (mentira, naquele ano eu não achava nada normal precisar trabalhar UM DIA após o natal), surgiu a ideia: por que não colocar em prática a ideia que me daria um refúgio da área jurídica? Decidi criar o blog ali, enquanto nem mesmo os advogados do escritório estavam presentes. O nome já estava decidido há anos: Venturarte! Ventura porque significa algo ligado ao acaso e porque é o nome do álbum de uma das minhas bandas favoritas, Los Hermanos. Arte porque o tema era justamente esse.

Criado o blog (e a coragem), saí do escritório me sentindo mais leve: aquele sonho de anos havia sido realizado. Mas não era só isso… Eu queria mais! Pedi ao Lucas Sá, um amigo que faz Publicidade e Propaganda na Bahia, para fazer o banner do blog. Ele, mais que prontamente, fez e me disse: “fico feliz pelo blog, Mila”. Eu também estava feliz, mas sabia que faltava mais alguma coisa. Fui em busca de recursos para fazer a imagem do perfil do blog. Eu, que não sei mexer com Photoshop e não tinha grana pra investir numa criação profissional da coisa toda, criei algo na hora… E aí eu já tinha tudo para publicar o primeiro post: blog, nome, espaço, plataforma, perfil, banner e (muita) vontade de escrever!

A ideia era fazer um lançamento bonitinho, organizado e com mais tempo para o planejamento. O que aconteceu foi o contrário: criei o blog no dia 26 de dezembro e alguns dias depois já havia colocado o endereço no meu facebook. Considerando o script inicial, foi um erro… Mas considerando o retorno, foi um acerto e tanto! Isso porque até aqueles amigos que eu não via pessoalmente há anos vieram me parabenizar pelo blog e desejar sucesso. Ali eu soube que a coisa poderia engrenar.

Engrenou! Confesso que no começo eu fazia algo bem ridículo (e que hoje eu abomino): posts pequenos, repletos de imagem e com descrições curtas e até mesmo vagas. Hoje, graças às forças divinas, cresci como blogger. Faço textos que fico admirando por horas a fio e que me dão um trabalho do além para chegarem à fase final. Trabalho esse que é extremamente prazeroso.

O blog me deu coragem. Sim, coragem! Perdi até a vergonha na cara e cheguei ao ponto de mandar vários e-mails para artistas a fim de conseguir uma mísera entrevista (e como adoro fazer uma entrevista). Na lista tem artistas pequenos, mas também renomados… Fotógrafos, ilustradores, músicos e até mesmo cozinheiros estão ali, no rol de entrevistados do Blog Venturarte.

Conheci pessoas, leitores, o gosto do público, o retorno da arte e conheci artistas que, no fim, viraram grandes parceiros! Gente de Londrina, São Paulo, Minas Gerais, Portugal, Canadá, Rio de Janeiro e várias outras localidades…

O legal é perceber que o blog não ficou só aqui no wordpress. Ok, também que fui atrás de parcerias e me desapontei. Me enrolaram, não acreditaram no projeto ou me diziam um NÃO assim, com destaque e em alto e bom som. Mas a coisa mudou quando, em março, fui aceita na Obvious Magazine e levei o Venturarte para uma revista online bastante conhecida não apenas no Brasil, mas também em Portugal.

E até brincar de famosa já brinquei… Troquei de papel quando uma colunista do jornal “Tribuna das Cidades” veio me entrevistar e publicou a matéria num jornal local… Depois de um tempinho, fui aceita como blogueira/colunista no site do Jornal do Oeste e, assim, leitores de Toledo/PR passaram a conhecer o meu trabalho semanalmente: todas as sextas-feiras, uma matéria ia ao site. A coisa estava crescendo muito!

A página do Facebook agitava quando alguma publicação ganhava destaque na Obvious. O blog tinha picos de acesso quando um artista muito requisitado era entrevistado. Eu, enquanto via isso tudo acontecer, agradecia por ter tido a ousadia de criar um blog da arte jogada ao acaso.

Hoje eu vejo que valeu a pena passar horas em frente ao computador para fazer uma matéria bacana. Também valeu ficar reenviando e-mails para conseguir uma entrevista (nem que fosse no cansaço). E tudo valeu porque o blog me deu a possibilidade de enxergar novos horizontes  e me mostrou que sou capaz de chegar onde eu quiser… Assim, o que mais me incentivou para que eu começasse a realizar meu sonho de Jornalista não foi nem tanto o namorado ou os meus pais (amo vocês, tá?!), foi o Venturarte!

O Blog Venturarte já me rendeu muita coisa… Desde a cupcakes e mimos de entrevistados até um emprego!! Sim, afinal, quem me contratou me encontrou aqui… Mas a pretensão é crescer mais e mais e mais. Quem sabe um dia você me encontre numa revista física ou num folhetim! Pouco importa como serão os próximos caminhos do Blog Venturarte… O que eu quero, sinceramente, é continuar espalhando a arte aos 4 ventos e comemorar mais muitos anos junto com vocês, meus leitores que desde o início acreditaram no potencial do blog.

E como isso é um post pra agradecer: direciono meus agradecimentos à Deus, aos meus pais, ao meu namorado, aos leitores, aos meus amigos, aos artistas que aceitaram ser entrevistados, aos que acreditaram – e acreditam – no projeto, aos meus colunistas, à Debora Garbin (que me colocou no Jornal do Oeste), ao Benjamin Júnior (editor da Obvious), ao Jonathan Almeida (do site Eu que acho), aos meus parceiros… Obrigada à todos que me fazem continuar com o Venturarte!