Dia das Bruxas adocicado Beecake

Eu sei, eu sei… O blog é de arte – e não de halloween e gastronomia. Mas  a fofura é tanta, que é impossível não querer divulgar as delícias da beecake, até porque, a Sabrina – dona do estabelecimento – arrasa na composição dos sabores especiais para os cupcakes temáticos.

Agora, nesta época do ano, o destaque vai para os cupcakes de halloween, que são verdadeiros shows de criatividade e sabor, tudo juntinho, do jeito que a gente gosta! Para deixar todo mundo no clima macabro – e delicioso! – da Beecake, a loja mais doce e saborosa de Cascavel está promovendo a semana Cupcakes ou Travessuras, que será realizada na Beecake Cupcakes e Cia entre os dias 27 e 31 de outubro, sendo que, no último dia, a loja ficará aberta durante até as 22 horas e será tomada por um clima especial de cupcakes, travessuras e, é claro, tudo aquilo que faz jus às tradições do Halloween, como as típicas decorações assustadoras do dia das bruxas.

Os cupcakes são diversos, mas por lá também será possível encontrar os outros produtos deliciosos da loja. Boatos dão conta de que até os fantasminhas estão pairando pela Beecake para encontrar os docinhos de Halloween! Duvida? Então vá conferir de perto a semana Cupcakes ou Travessuras da loja. Eu garanto: não vão se arrepender!

Obs.: . Para garantir os cupcakes mais assustadores e deliciosos da cidade,  o melhor é encomendar, mas durante toda a semana do Cupcakes ou Travessuras haverá sabores especiais a pronta-entrega.

A Beecake Cupcakes e Cia fica na Rua Minas Gerais, 1.538, e o telefone para contato é (45) 3324-9502. O horário de atendimento durante a semana é das 9 às 19 horas.

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Tô aqui pensando…

…em transformar esse blog de arte num blog só de música. Pode? ❤

 

Caros senhores e senhoras, amados leitores do Venturarte – que não me abandonam nem quando eu abandono vocês 😡 – é mentira… o venturarte continuará tendo espaço pra todos os tipos de arte! Mas, cá entre nós, está aberta a temporada da música! tchan tchan tchan.

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Pra começar essa temporada cheia das melodias e dos ritmos empolgantes – ou nem tão empolgantes assim – vamos falar de Rodrigo Amarante? Bom, é justo iniciar o texto dizendo: meu caso de amor com ele é antigo. Eu já flertava com ele nos tempos de Los hermanos. Ainda hoje, confesso, escuto o álbum “4” e me derreto ouvindo a voz desse ser. Depois, a coisa ficou mais séria… Também, o cara resolveu virar membro da tal banda Little Joy. Êta grupinho gostoso! Ouvi, curti, viciei. Nessa época passamos a andar de mãos dadas – até uns beijinhos rolavam. Ouvia suspirando de amores pela voz do Amarante – ok, suspirava pela voz linda e maravilhosa Binki Shapiro também. Mas aí surgiu o Cavalo. Sabe a história da pedra no meio do caminho? No meu caminho, era  o cavalo. Mas o animal não era empecilho… Muito pelo contrário, era tipo um cadinho de esperança, sabe?! Esperança na música brasileira! Êta Rodrigo Maravilhoso! O flerte, que havia passado para as mãos dadas e para os beijinhos esporádicos, passou pra caso de amor sério. Daqueles arrebatadores mesmo. Cavalo virou um álbum de cabeceira (se isso não existia antes, agora existe! Com licença, poética!).

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Aí hoje, cá estava eu, no aconchego do meu lar, vendo um programa de televisão que anda ganhando o meu coração (Bela Gil, beijos pra você e para a equipe – que deve ser linda – que compõe o staff do programa Bela Cozinha) quando de repente, entre uma receita de milk shake e chips de batata, ouço ele, o lindo, o poderoso, o amor da minha vida musical… RODRIGO AMARANTE ❤ Foi quase um fôlego de amor. Senti todas aquelas coisas que as menininhas bobinhas sentem quando veem o amor platônico passando por perto. Ah, Rodrigo! ❤ Resgatei toda aquela paixão que estava adormecida no meu peito e, confesso, até me dei o direito de sair deslizando pelo quarto ao ritmo de ÊêêÊ Manááá! Gente, que coisa boa. Sabe aquela história de entrar numa padaria e sentir o cheirinho do bolo que a sua avó fazia? Foi tipo isso. Mas melhor – eu pude dançar muahaha.

Ao ritmo mais brasileiro possível, fui atrás da música. Corri atrás do tal do maná (não era esse o nome daquele algodão que caiu do céu nas histórias da bíblia?) e encontrei. Foi tipo o paraíso mesmo. Dancei, me deliciei e só depois de explorar cada cm do meu quarto com as minhas deslizadas – que costumo chamar de dança – fui parar para prestar atenção no vídeo. Ah, Amarante. Morri de amores. De novo. Aí decidi vir aqui – por quê não?!. E cá estou…

Mas a coisa não para por aí… Rodrigo me conquistou de novo! Mas, agora, o motivo não era a música, e sim o texto especialíssimo publicado junto ao vídeo. E o objetivo de vir até aqui era justamente esse: mostrar que a sensibilidade, a riqueza de conteúdo e a delicadeza ainda existem. Ah, Amarante! ❤

“Essas imagens foram feitas por meu pai e minha mãe em 75 e 76 durante o carnaval em Saquarema, município do estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas que se vêem aqui são minha família, meus pais e avós, tios, primos e amigos, gente maravilhosa, meus grandes heróis na infância. Todo ano eles formavam esse bloco chamado Saquarema de Banda. Dá pra ver muito claro porque ao invés de chamar de Banda de Saquarema eles inverteram o nome. Todos eles de banda, alguns mesmo entortados, todos palhaços, crianças em espírito. Foi assim que eu cresci e tão logo eu consegui segurar uma baqueta passei a tocar com eles no bloco. Esses foram os momentos mais felizes da minha infância e eu e minha irmã fomos pra sempre marcados por essa época, essas pessoas. Minha irmã, com quem dirigi e editei esse vídeo é hoje ritmista da Estação Primeira de Mangueira e foi pra ela que eu escrevi essa música. Maná é a graça, a benção, e Má é ela, Marcela. Esse vídeo é uma homenagem à todos que fizeram parte desse bloco, especialmente os mais velhos que faziam tudo acontecer, uma prova de que apesar de nos sentirmos muito modernos e livres no século 21 nossos pais e avós eram muito menos caretas do que somos. Bom, pelo menos os meus.”

 

Obs.: Amarante, obrigada por me ensinar a entrevistar muito antes de eu entrar na faculdade de Jornalismo! Você me inspira! (Veja esse vídeo e entenda)

Unbreakable Hope

Valioso como a vida deles é. Inquebrável como a luta deles deve ser.

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Durante uma consulta, enquanto o médico explica ao paciente quais serão as vias de tratamento e qual é o tipo de doença que ele tem, parece que toda uma vida se afasta daquela realidade. De repente, o câncer, o temido câncer, invadiu a vida de uma pessoa que não esperava um resultado tão devastador depois de alguns simples exames. O médico insiste em repetir as palavras: fé, coragem, cura, persistência, tratamento, chances, família, esperança e possibilidade. O paciente insiste em ouvir, mesmo que mentalmente, que ali, a vida acabou.

Mesmo que o câncer seja uma doença que já possui métodos de tratamento extremamente evoluídos, o medo ainda é grande. Quando uma família recebe a notícia de que um dos seus membros está acometido dessa enfermidade, o sentimento de piedade é quase que unânime. Nessas horas, até aquele primo distante fica sabendo da história e lamenta, chora, sente pena do mais novo doente da família. Mas a tal da piedade toma proporções ainda maiores quando os cabelos começam a cair… Se antes era possível dar um jeitinho de esconder o câncer das pessoas mais distantes, agora, com o couro cabeludo à mostra, essa possibilidade parece ter caído por terra.

Lenços coloridos, perucas distintas, chales, toucas, gorros, etc, etc, etc. Nada disso é capaz de preencher aquele vazio que vai muito além do couro cabeludo. As mulheres, principalmente, se sentem vazias, quase nuas pela ausência dos cabelos que antes esvoaçavam pelo vento forte e eram vítimas das queixas por terem ficado armados durante uma chuvinha qualquer. Ter câncer é difícil. Perder os cabelos só torna essa batalha ainda mais árdua, mais dolorosa. E aqui o sentido passa longe da superficialidade… Os cabelos grudados na fronha do travesseiro pela manhã ou enroscados no ralo do banheiro após um simples banho só demarcam que o câncer está mais presente do que nunca.

A cada fio, uma lágrima. A cada fio, um sentimento de derrota. Mas por quê não mudar essa situação? Se as perucas não ajudam e se os lenços – por mais que carreguem cores extremamente alegres e coloridas – só fazem o sorriso ficar ainda mais distante, como encontrar outra solução para aqueles guerreiros que vão, muitas vezes, diariamente aos hospitais em prol da cura de uma doença tão ingrata? O Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer em conjunto com a agência de publicidade África não só acertaram o alvo, como também acertaram em cheio.

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Partindo do princípio de que os diamantes são feitos de carbono e que os cabelos possuem composição química semelhante, por quê não transformar cada fio de cabelo num verdadeiro – e concreto – símbolo de força, imortalidade, resistência e perseverança? Os fios de cabelos, colhidos de meninas que perdiam as madeixas por conta dos tratamentos quimioterápicos, foram submetidos a uma alta pressão, que transformava aquela marca num diamante. Com as pedras preciosas prontas, Ara Vartanian, um respeitável designer de jóias, criou três anéis que eram decorados com a preciosidade que vinha daquilo que antes era símbolo de tristeza.

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A campanha deu um novo significado não só aos cabelos transformados, mas em todos aqueles fios que caem devido o tratamento de quimioterapia. Agora, todo paciente que ver um fio caindo, poderá ver que ali está um verdadeiro emblema de força, indestrutibilidade e muito, mas muito valor.

Lindo, né?! Vale dizer que as peças feitas serão vendidas e o valor integral será revertido ao GRAACC.

Curta a página do Blog Venturarte e não deixe de dar um pulinho no site do GRAACC.

Musical “A Bela e a Fera” em Cascavel

Se você é um assíduo admirador de desenhos e contos de fadas, há de se lembrar de uma história encantadora que contava com bules, xícaras e até fechaduras falantes… Se isso não lhe traz nenhuma memória exata, tente rebuscar a clássica dança da linda princesa de vestido amarelo com uma temida fera de roupas azuis e sapatos bem requintados. Lembrou?! É isso mesmo. Hoje o post do Blog Venturarte é todo musicalizado e conta com o lindo conto da Bela e da Fera.

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No ano de 1740, um tradicional conto de fadas nascia na França. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, conhecida como a Dama de Villeneuve, a história chamada “a Bela e a Fera” (ou “a Bela e o Monstro”) passou a conquistar, aos pouquinhos, o carinho dos franceses. Dezesseis anos depois, a história contou com uma nova versão escrita por Jeanne-Marie LePrince de Beamount, que ficou responsável pelo resumo e adaptação do conto.

Com o passar dos séculos, a história da linda princesa que se apaixonou por um príncipe amaldiçoado ganhou novas versões que se adaptavam às culturas e ao contexto social de cada lugar em que ela era inserida. O objetivo de modificar para agradar deu certo, e por onde o conto passava, ele encantava pessoas das mais diversas idades e classes sociais.

Depois de ter ficado mundialmente conhecido através da adaptação feita pela Walt Disney Pictures, a história criada pela Dama de Villeneuve conquistou o coração de um grande número de pessoas e, para muitas delas, a Bela e a Fera virou um conto recheado de inspirações e lições de amor verdadeiro. Entre músicas que não saíam da cabeça das crianças e passinhos de danças que as incentivavam a dançar pela casa toda, a Bela e a Fera é um dos contos que faz mais sucesso na história dos clássicos da Disney.

Tentando trazer a magia desse clássico à cidade de Cascavel, a Nova Igreja Batista do Paraná (que já nos presentou com lindas apresentações como o “Sonho de Natal” e “O mágico de Oz”) fará apresentações desse clássico infantil que, novamente, ganha nova roupagem para que toda a família possa se divertir – e se deslumbrar – com o espetáculo musical. Contando com uma equipe de aproximadamente 100 (!) pessoas que se voluntariaram para trabalhar com som, elenco, produção, suporte, cenografia e maquiagem, a apresentação oferecerá ao público cascavelense um espetáculo completo que contará com os mais diversos ramos da arte como fantoche, dança, percussão e, claro, muita música boa.

Bela e a Fera (2)

Dessa vez, a Igreja ficará com a peça em cartaz por vários finais de semana para que o grande público tenha o prazer de escolher a melhor data para apreciar o musical e, claro, repetir a dose quantas vezes quiser. A estreia será no dia oito de agosto (sexta-feira), às 19h45min, mas nos dias 9, 10, 15 e 16 também será possível assistir a peça nos mais diversos horários; A entrada é franca e a censura é livre. Durante todos os dias, o musical será exibido no auditório da NIBPR, que fica localizado na Rua Carlos de Carvalho, nº 3289.

Convite A bela e a Fera

O deleite é garantido, mas a diversão ganhará espaço de destaque durante o musical, visto que as canções darão um ar especial ao espetáculo – que já tem tudo para ser mais um sucesso produzido pelos voluntários da Igreja. Não vai perder, não é?! Eu já garanti meus ingressos e se você quiser garantir antecipadamente, entre em contato com o pessoal da Igreja ou deixe seu comentário aqui no post. Com certeza logo você poderá retirar o seu convite.

“A Bela e a Fera, uma história de amor que transforma vidas”. Não perca a oportunidade… Vá transformar a sua também!

Curta a página do Blog Venturarte e deixe seu comentário por lá também! 😉

O tipo de post que merece até música-tema!

Sim… A música do Tremendão e do nosso amado Roberto Carlos (vulgo Rei) entrou aqui para ser a música-tema do post! Ignore tudo. Foque na parte do “EU VOLTEI” porque, sim, nós voltamos ❤ Ou melhor, eu, Camila, voltei (e, quem sabe, agora pra ficar).

Minha vida deu uma acalmada geral – embora eu ainda esteja lidando com as coisas da auto escola, ô sofrimento! – e dentre os vários projetos que pairam na minha cabeça, percebi que o que mais me fazia falta era um projeto bem sucedido. Aí, como se fosse uma providência divina (amém), meu amado pai me questionou, assim, do nada: “filha, e aquele blog de arte lá? Nunca mais?!”. Respondi com poucas palavras: “Ah, pai, perdi o gosto”. Mas, no mesmo instante, senti meu coração acelerando, minhas pernas tremilicando e minha cabeça invadida por um turbilhão de ideias (tipo sentimento de paixão mesmo, há!). Depois de muito tempo longe, percebi que minha maior paixão ainda estava aqui, no Blog Venturarte (é muito amor ❤ ❤ ).

Sim, eu sou do tipo que demora mil anos pra perceber o óbvio. Mas percebi… Tardou, mas não falhou. E eu resolvi voltar, olhem só que coisa bela e bonita e cheia de alto astral! Ainda não sei como vou fazer as coisas por aqui. Minha vontade era mudar tudo, tudo mesmo… de cabo a rabo. Mãs, porém, contudo, todavia, meu orçamento não permite tantas mudanças mirabolantes assim… Aí eu aposto no mesmo em termos estéticos, mas numa mudança completa em termos editoriais. Sim, chega de textos longos. Mentira. Vai continuar tendo textos longos porque eu sou assim, escrevo mesmo e chega de drama. Mas a ideia é não ter tanto preconceito com informações curtinhas e dar um gás nelas (de vez em quando, ok?!).  Mas se prepare: o conteúdo será mais variado… Agora o Venturarte não vai se “limitar” (ai que palavra terrível) ao ramo da arte, porque quando eu achar conveniente, poderei dar uma variada nos temas daqui, embora a arte seja variada por si só.

Então é isso. Chega de blá blá blá e bora voltar ao trabalho porque esse Venturarte merece um empurrão (nada de inho) pra voltar com tudo! Afinal, vocês, que continuaram acessando o blog mesmo depois dele ter parado de receber atualizações, merecem o melhor! 🙂

Obs.: Sim, eu mudei um pouco o jeito de escrever, mas fiquem tranquilos: o excesso de expressões, travessões, parênteses e comentários vieram exclusivamente pela animação do meu retorno (se nem eu me animo, quem se animaria?). Entonces, os nossos posts voltarão a ser lindos e maravilhosos – e bem escritos – a partir do próximo (ai, quanto ego para um final de parágrafo!!).

Obs. 2: Já temos uma previsão não muito concreta de publicar algo hoje. Sim, hoje. Então fique atento! Se não for hoje, paciência… A gente tarda, mas não falha (esse devia ser o slogan do Venturarte, só acho!).

“Real Life Instagram”, por Bruno Ribeiro.

Como não amar uma fotografia?!

Tecnicamente falando, a fotografia é a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível.

Com o avanço constante da tecnologia e o uso diário dos smartphones, fotografar virou parte do cotidiano até dos amadores e apaixonados pela arte.

E como não pensar no Instagram quando falamos de fotografias?! O aplicativo que desde 2010 vem colecionando usuários de todos os tipos.

Foi pensando nesse universo que Bruno Ribeiro, um publicitário brasileiro, de 35 anos, casado com a canadense Zoe Perry e que, atualmente, mora e trabalha em Londres criou o projeto chamado “Real Life Instagram”. Ele também já morou em Manchester, Madrid, Moscou e Lisboa. Corintiano, diz que sempre assisti aos jogos pela internet, mesmo quando, por culpa do fuso horário, eles passam de madrugada.

Real Life Instagram

Real Life Instagram

O projeto nada mais é do que frames montados em papel cartão, papel celofane e colocados em pontos da cidade. Bruno disse que usa os mesmos materiais que as crianças de Educação Artística usam.

Real Life Instagram

Real Life Instagram

Quando perguntamos para ele o que é o “Real Life Instagram”, Bruno respondeu o seguinte:

“Comecei o projeto nas ruas de Manchester em junho, cidade onde morava antes de me mudar para Londres. Sobre o projeto, acho que tenho dois sentimentos por trás dele: o primeiro é uma homenagem ao Instagram. Acho o app incrível, pela simplicidade do uso e principalmente por trazer a fotografia para nossas vidas cotidianas. Quantos fotos você fazia antes do Instagram? Não vale contar as férias nem festas. E quantos detalhes você realmente observava na sua cidade? No cotidiano das pessoas que passam ao seu lado? Acho que o Instagram trouxe esse olhar para gente. Fez a gente se sentir mais criativo, tentar um ponto de vista bem pessoal, um angulo ou uma foto que antes nunca havíamos pensado em tirar. Acho essa mudança de comportamento incrível. Mas por outro lado, tem um sentimento não tão positivo, para dizer o mínimo, que é nossa obsessão em estarmos conectados. Temos que deixar de olhar ao nosso redor, para checar nossos smartphones a cada 17 segundos? Fico constrangido ao ver em restaurantes casais quase que o tempo todo em seus celulares ou grupos de amigos em um bar que nem parecem amigos, pois passam mais tempo se auto entretendo do que rindo de coisas que já passaram juntos. Serio, um e-mail que talvez chegue é mais importante do que ouvir a historia do seu amigo numa mesa de bar? Talvez esse meu sentimento seja porque sou de uma geração pré-internet. Talvez quem nunca viveu sem o 3G ache isso normal. Por isso, tento de forma bem tímida e íntima, chamar a atenção de pessoas para que a vida pode, e deve, ser vivida com menos tecnologia. Não quero pregar nem dizer que existe apenas uma verdade. Mas se eu fizer a pessoa pensar um pouco a respeito, já fico feliz. Mas se a pessoa também se divertir com a instalação, seja encontrando na rua, compartilhando o blog do projeto ou mesmo fazendo fotos com seus celulares, também fico feliz. Afinal é sempre bom poder quebrar a rotina, trazer o bom inesperado para a vida das pessoas.”

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A criatividade não tem limites mesmo.

Para conhecer o trabalho de Bruno, visitem o blog do projeto “Real Life Instagram” aqui.

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Até a próxima,

Bárbara.

 

 

“Philographics – Big Ideas in Simple Shapes”, por Genis Carreras.

Oláaaa!! Como já foi dito aqui, sou a nova colunista do Venturarte. Sou a Bárbara, estudante de Arquitetura e Urbanismo, geminiana curiosa e apaixonada por arte, cores e cultura.

Mudando um pouco de assunto, hoje vou falar de um projeto apaixonante!

Depois de tanto ouvir a famosa frase “menos é mais” de Mies van der Rohe na faculdade, acabei aceitando o minimalismo como pensamento. E para mim, nada mais minimalista do que o trabalho de Genís Carreras, um designer gráfico residente de Londres e nascido na Catalunha (Espanha).

Genís Carreras nasceu na Espanha e tem 26 anos e além de designer gráfico também é empreendedor.

Genís Carreras nasceu na Espanha, tem 26 anos e além de designer gráfico também é empreendedor.

Genís desenvolveu o projeto chamado “Philographics”, onde mostra, minimalistamente, que a filosofia e o design podem sim, andar juntos. O espanhol criou, inicialmente, 24 pôsteres ilustrando pensamentos que vão do Relativismo ao Absolutismo passando até pelo Holismo. Com uma ideia sensacional, unindo formas geométricas e cores, ele conseguiu criar um dicionário visual bem direto para várias correntes filosóficas.

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O artista percebeu então que havia deixado passar muitos pensamentos bacanas e acabou dando continuidade com o projeto. Em 2013 Carreras não produziu apenas pôsteres, ele avançou seu trabalho para cartões postais e também um livro (que possui versão impressa e digital), unindo assim mais de 94 imagens.

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Para conhecerem mais sobre o trabalho de Genís Carreras, é só clicar aqui!

Será um prazer escrever aqui para vocês, acompanho o Blog desde sempre e fazer parte dele é uma honra.

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Até a próxima,

Bárbara.