Tô aqui pensando…

…em transformar esse blog de arte num blog só de música. Pode? ❤

 

Caros senhores e senhoras, amados leitores do Venturarte – que não me abandonam nem quando eu abandono vocês 😡 – é mentira… o venturarte continuará tendo espaço pra todos os tipos de arte! Mas, cá entre nós, está aberta a temporada da música! tchan tchan tchan.

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Pra começar essa temporada cheia das melodias e dos ritmos empolgantes – ou nem tão empolgantes assim – vamos falar de Rodrigo Amarante? Bom, é justo iniciar o texto dizendo: meu caso de amor com ele é antigo. Eu já flertava com ele nos tempos de Los hermanos. Ainda hoje, confesso, escuto o álbum “4” e me derreto ouvindo a voz desse ser. Depois, a coisa ficou mais séria… Também, o cara resolveu virar membro da tal banda Little Joy. Êta grupinho gostoso! Ouvi, curti, viciei. Nessa época passamos a andar de mãos dadas – até uns beijinhos rolavam. Ouvia suspirando de amores pela voz do Amarante – ok, suspirava pela voz linda e maravilhosa Binki Shapiro também. Mas aí surgiu o Cavalo. Sabe a história da pedra no meio do caminho? No meu caminho, era  o cavalo. Mas o animal não era empecilho… Muito pelo contrário, era tipo um cadinho de esperança, sabe?! Esperança na música brasileira! Êta Rodrigo Maravilhoso! O flerte, que havia passado para as mãos dadas e para os beijinhos esporádicos, passou pra caso de amor sério. Daqueles arrebatadores mesmo. Cavalo virou um álbum de cabeceira (se isso não existia antes, agora existe! Com licença, poética!).

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Aí hoje, cá estava eu, no aconchego do meu lar, vendo um programa de televisão que anda ganhando o meu coração (Bela Gil, beijos pra você e para a equipe – que deve ser linda – que compõe o staff do programa Bela Cozinha) quando de repente, entre uma receita de milk shake e chips de batata, ouço ele, o lindo, o poderoso, o amor da minha vida musical… RODRIGO AMARANTE ❤ Foi quase um fôlego de amor. Senti todas aquelas coisas que as menininhas bobinhas sentem quando veem o amor platônico passando por perto. Ah, Rodrigo! ❤ Resgatei toda aquela paixão que estava adormecida no meu peito e, confesso, até me dei o direito de sair deslizando pelo quarto ao ritmo de ÊêêÊ Manááá! Gente, que coisa boa. Sabe aquela história de entrar numa padaria e sentir o cheirinho do bolo que a sua avó fazia? Foi tipo isso. Mas melhor – eu pude dançar muahaha.

Ao ritmo mais brasileiro possível, fui atrás da música. Corri atrás do tal do maná (não era esse o nome daquele algodão que caiu do céu nas histórias da bíblia?) e encontrei. Foi tipo o paraíso mesmo. Dancei, me deliciei e só depois de explorar cada cm do meu quarto com as minhas deslizadas – que costumo chamar de dança – fui parar para prestar atenção no vídeo. Ah, Amarante. Morri de amores. De novo. Aí decidi vir aqui – por quê não?!. E cá estou…

Mas a coisa não para por aí… Rodrigo me conquistou de novo! Mas, agora, o motivo não era a música, e sim o texto especialíssimo publicado junto ao vídeo. E o objetivo de vir até aqui era justamente esse: mostrar que a sensibilidade, a riqueza de conteúdo e a delicadeza ainda existem. Ah, Amarante! ❤

“Essas imagens foram feitas por meu pai e minha mãe em 75 e 76 durante o carnaval em Saquarema, município do estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas que se vêem aqui são minha família, meus pais e avós, tios, primos e amigos, gente maravilhosa, meus grandes heróis na infância. Todo ano eles formavam esse bloco chamado Saquarema de Banda. Dá pra ver muito claro porque ao invés de chamar de Banda de Saquarema eles inverteram o nome. Todos eles de banda, alguns mesmo entortados, todos palhaços, crianças em espírito. Foi assim que eu cresci e tão logo eu consegui segurar uma baqueta passei a tocar com eles no bloco. Esses foram os momentos mais felizes da minha infância e eu e minha irmã fomos pra sempre marcados por essa época, essas pessoas. Minha irmã, com quem dirigi e editei esse vídeo é hoje ritmista da Estação Primeira de Mangueira e foi pra ela que eu escrevi essa música. Maná é a graça, a benção, e Má é ela, Marcela. Esse vídeo é uma homenagem à todos que fizeram parte desse bloco, especialmente os mais velhos que faziam tudo acontecer, uma prova de que apesar de nos sentirmos muito modernos e livres no século 21 nossos pais e avós eram muito menos caretas do que somos. Bom, pelo menos os meus.”

 

Obs.: Amarante, obrigada por me ensinar a entrevistar muito antes de eu entrar na faculdade de Jornalismo! Você me inspira! (Veja esse vídeo e entenda)

A inclassificável banda Letuce

O ser humano tem na sua essência a característica de estar sempre procurando definições para as coisas com as quais entra em contato e nessa história de definir tudo, elementos tidos como abstratos passam a ser objetos de definições, inclusive a arte.

Considerando que a música engloba esse nicho artístico, também tentaram defini-la e para isso foram criados os “gêneros musicais” entre os quais estão o jazz, blues, samba, bossa nova, rock, folk, indie, etc… Feitas essas separações entre um estilo e outro, a dificuldade se encontra no seguinte fato: como podemos definir um grupo musical que por si só já se declara inclassificável e diz com clareza que nem eles conseguem descrever o próprio som?! É assim com a banda carioca Letuce, que mesmo sendo complexa para ser definida, tem um som que só assim, sem delongas e descrições, é prazeroso.

Procurando esclarecer um pouco mais sobre a banda – e o nome dela -, o Blog Venturarte entrevistou Lucas Vasconcelos e Letícia Novaes, idealizadores e membros de Letuce.

Antes de começar a entrevista propriamente dita, pedi para que eles entrassem nessa onda de definições e se descrevessem, mas de um modo diferente… Como? Respondendo quem eram Letícia e Lucas antes de Letuce! Para tal pergunta, os dois responderam que “de modo resumido, Letícia era atriz, tinha uma banda de rock, Letícios, e outra de música eletrônica Ménage à Trois. Lucas era músico e fundador da banda Binario, e professor de música de metade do Rio de Janeiro”.

A história de Lucas e Letícia é até mesmo poética: ela quase sempre ia aos shows da banda binário, que eram feitos na praia, e foi em meio a esses shows que Lucas percebeu a presença destacável de Letícia. A aproximação dos dois ficou por conta de uma amiga em comum e logo que eles começaram a se conversar, surgiu uma linda história de amor. Em 2007 os dois, que descobriram que além de amigos em comum também possuíam dons musicais que poderiam ser compartilhados, viram que era muito natural compor juntos e Letuce surgiu por acaso, pois eles nunca tiveram uma pretensão especifica de criar uma banda, mas sim de reunir aquelas composições que haviam feito juntos. “Meu apelido de fotolog era Letuce. Lê ou Let me pareciam muito comum. E como na época o fotolog era o boom do momento, todos me chamavam de Letuce. Em 2007, quando Lucas e eu nos conhecemos através de uma amiga e começamos a compor na mesma hora, nos pareceu normal termos uma banda com nome de Letuce, pois todos já me chamavam assim” contou Letícia. Porém, para ela e Lucas, a banda só se oficializou em 2008, quando fizeram o primeiro show.

No ano de 2009 surgiu a ideia de gravarem um álbum e este seguiu a mesma linha inovadora de Letuce. Intitulado como “plano de fuga para cima dos outros e de mim”, foi o álbum que introduziu o som da banda para um público além daquele que ia aos shows promovidos na Cinemateque, localizado no Rio de Janeiro, promovidos todas as quintas-feiras de modo gratuito.

Em 2012 foi lançado o marco da banda: Manja Perene. Agora o que se procurava era uma linha mais profissional e diferente do primeiro, que foi gravado com o apoio de paitrocínio que financiou estúdio por um dia e equipamentos não muito bons, o segundo álbum foi financiado por meio de crowdfunding, um sistema que permite a arrecadação de dinheiro para a efetivação de projetos através de doações feitas pelo público.

Agora, em pleno segundo semestre de 2013, Lucas e Letícia já estão em fases diferentes (até porque terminaram a relação amorosa e agora focam apenas na profissional) e ambos declaram: é fácil perceber a evolução que houve entre um disco e outro. “Eu nem consigo ouvir nosso primeiro disco. Lucas também não. Que bom que marcou vida de algumas pessoas, também marcou a nossa, afinal, são nossas primeiras músicas juntos… Mas como sabemos do nosso novo potencial, aquilo já está muito distante da gente. Manja Perene foi mais bem elaborado e mais próximo da nossa verve em cena, ao vivo, nos shows” contou Letícia ao Blog Venturarte.

Sobre o esquema de colaboração que há entre os dois para que as músicas saiam do plano imaginativo e passem a alcançar as pessoas, Letícia fez uma analogia um tanto quanto engraçada dizendo que enquanto Lucas é o óvulo, ela é o esperma. Por quê? Segundo ela, “a maioria das composições nasceu de uma ideia minha de letra e melodia, e o Lucas chega e faz os arranjos, mexe nas letras… Isso não é uma regra, mas com a maioria [das músicas] foi assim”. Há algum tempo atrás, numa entrevista ao site do Som Brasil, Lucas declarou que a “Letícia ficava compondo umas letras e umas melodias malucas. E eu, que entendo mais do campo harmônico, transformava aquilo em música” e essa informação, segundo Letícia, ainda procede.

A respeito de futuros projetos, ambos contaram que já tem composições para um terceiro álbum e que este vai vir ainda melhor que os anteriores. “Já estamos compondo para um terceiro disco. Estamos bem animados! Estamos chegando num nível inédito, tanto Lucas e eu, quanto os músicos que nos acompanham… somos muito amigos, todos, estamos sempre juntos, temos admiração um pelo outro, damos palpites, ouvimos,  trocamos muitas ideias musicais e de inspiração. Esse terceiro disco vai vir bonito” declarou Letícia.

Na página da banda é comum ler comentários a respeito da inspiração e da paz que as músicas levam às pessoas. Quando questionados se eles esperavam que um dia a Letuce teria tamanha repercussão, ambos responderam que não… não imaginavam tanta coisa! “Estávamos apenas com muita inspiração e com vontade de fazer, de realizar. Que bom que isso chega nas pessoas. Que bom que não fica só na ideia ou só nos criadores, que bom que se espalha. Uma vitória isso” disseram Lucas e Letícia.

Diante de todas essas informações, é inevitável afirmar que Letuce realmente mudou as vidas dos membros da banda (tanto em termos de vais-e-vens amorosos quanto profissionais) e se a entrevista começou com a pergunta de como eles eram antes da banda, terminou com o seguinte questionamento: quem são Lucas e Letícia depois do envolvimento com Letuce? Ambos responderam de forma clara:  “Eu, Letícia, me tornei mais corajosa. O palco traz isso. E cantar na frente dos outros também. Que audácia, que loucura! Fiquei mais profissional também. O Letuce é uma liberdade, uma loucura, um encantamento, mas é também um lugar de trabalho, que envolve riscos, exigências, prazos, virei adulta total, mas protegi o coração pra ficar sempre tenro. Minha banda reafirmou que o assunto AMOR é pra mim, o assunto mais importante da minha vida. Não só amor romântico, mas todo tipo de amor. Amar levantar, amar dormir, amar sonhar, amar o amor”. Lucas, por outro lado, afirmou que a diferença entre o Lucas pré Letuce e o Lucas pós Letuce está realmente no mundo das produções musicais. “Ter produzido os nossos dois discos me trouxe muito interesse pelo estúdio e pelo processo de criação que envolve gravar, editar, mixar. Hoje trabalho sempre nessa área com outros mil artistas. Levantar um disco, compor uma trilha sonora, isso hoje é boa parte do meu trabalho e foi uma vivência que eu aprimorei com a nossa experiência como banda”.

Letuce já participou de projetos como Música de Bolso, Oi novo Som e Som Brasil e hoje o foco está direcionado à produção do novo álbum.

Mais informações você encontra no  site e no facebook oficial.
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Ella Fitzgerald, a primeira dama da canção

Hoje é o dia no qual a dama de uma das vozes mais famosas do jazz norte-americano completaria 96 anos e, é claro, o Blog Venturarte não poderia deixar de fazer uma pequena homenagem a diviníssima cantora que marcou a sua época e hoje é considerada atemporal.

Ella Jane Fitzgerald nasceu no ano de 1917 e teve a sua adolescência marcada por abandono afetivo, idas e vindas à delegacias e orfanatos, perda do irmão num acidente de carro e marginalidade motivada por um desespero imenso. Mesmo que tivesse um “destino” marcado para o insucesso, Ella encontrou consolo na dança e na música… A pequena menina de Newport News sempre sonhou em ser cantora ou dançarina e aos poucos esse sonho foi chegando perto de se tornar real.

Possuidora de um talento musical inegável, aos 17 anos Ella se inscreveu numa competição que  ocorreria no famoso Teatro Apollo e no meio de todo o fervor do evento, uma confusão aconteceu e ela teve que se apresentar como cantora e não como dançarina, como havia planejado e ensaiado anteriormente. Ao lado de uma banda que também estava na competição, Ella cantou duas músicas e logo de cara conquistou o coração da plateia.
Antes de se dedicar a carreira solo, Ella fez 150 gravações com uma orquestra chamada “Ella Fitzgerald and her Famous Orchestra”.

Não estando mais amparada pela orquestra, Ella começou a tomar espaço no cenário do seu tempo com uma técnica vocal chamada scat, criada por Louis Armstrong, que consiste em se cantar vocalizando sem palavras, e com isso se tornou uma “boa peça” do jazz com a música inicial Flying Home.

Após uma longa carreira na música, a sra. Fitzgerald ficou conhecida por ter uma dicção magnífica, por conseguir alcançar três oitavas (intervalo entre uma nota musical e outra com a metade ou dobro de sua frequência), por ter um presença de palco muito marcante e, é claro, por possui uma voz impecavelmente ‘moldada’ para o jazz e blues.

Com um repertório que consiste em mais de 200 álbuns, Ella vendeu mais de 40 milhões de discos.
Após uma “congelada” na música, Ella voltou a fazer sucesso com um álbum relâmpago no ano de 1972.
A surpresa geral vem quando declaram que Ella não fez o seu nome apenas no jazz, mas também na ópera, no blues e – pasmem – na bossa nova!

Até a música do nosso saudoso Antonio Carlos Jobim, ou Tom Jobim, esteve no repertório de Ella.

O fato é: seja no jazz, na ópera, no blues ou até mesmo na bossa nova, Ella foi uma magnífica cantora e é digna de eternas lembranças.
E agora, com vocês, a minha canção favorita da cantora em questão ♥

Espero que tenham gostado!
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Playing for change – o projeto da música (e da esperança)

O Venturarte já comprovou uma coisa: a máxima “a arte salva as pessoas” é verdadeira. Isso foi possível por meio de uma matéria publicada no blog acerca da revolução que a fotografia causou na vida de Denis Smith, idealizador do projeto intitulado Ball of Light (clique aqui para ler a matéria).
Seguindo essa linha da mudança – positiva – que a arte causa na sociedade, o engenheiro de som Mark Johnson resolveu criar um projeto que busca reunir músicos renomados do mundo inteiro não apenas para fazer música em conjunto, mas para fazê-la  em prol de projetos sociais que procuram provocar verdadeiras revoluções no modo de vida de alguns indivíduos. Nesse sentido, Mark criou uma organização não governamental que tem a música como objeto de salvação para crianças de comunidades carentes: o Playing for Change Foundation.

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O “Playing For Change Foundation” se dedica na criação de mudanças sociais positivas através da educação musical. Nós somos motivados pela crença de que a paz e a mudança são possíveis por meio da linguagem  universal da música.  Ao fornecer às crianças um lugar seguro para aprender, florescer e se expressarem, PFCF (Playing For Change Foundation) ajuda às crianças a encontrarem meios alternativos para enfrentarem às lutas que lhe são impostas diariamente.
O impacto global da música é explorado via interação com outras escolas, estudantes, professores e tradições musicais. Nossas escolas de músicas são projetadas para beneficiar os estudantes e as comunidades nas quais eles vivem. Cada instituição pertence ao local onde ela foi instalada. Materiais e mão-de-obra para as edificações das mesmas são provindas das comunidades.  Quando possível, os instrumentos são feitos por artesãos locais, as aulas são ministradas por professores da região e as escolas são administradas pelos membros da comunidade. É uma maneira de fazer as pessoas investirem no crescimento do empreendimento musical.

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“Criando mudanças positivas através da educação musical”

Levando em consideração que o projeto busca trabalhar com as comunidades mais carentes ao redor do mundo, é clara a percepção da mudança que a música causa na vida das pessoas, pois as crianças ficam mais motivadas a levar pra frente os seus estudos (principalmente no campo musical). Isso sem contar o impacto causado na vida dos adultos, pois eles passam a ser empregados pela ONG e viram supervisores, professores, cuidadores ou simplesmente ganham para acompanhar de forma assídua o trabalho desenvolvido.

Hoje existem 6 escolas musicais ao redor do mundo, com mais de 600 alunos e 153 projetos executados e/ou em fase de execução. O objetivo para o ano de 2013 é dobrar o número de escolas, matricular mais 150 alunos e criar outros 10 novos projetos.
Com um corpo de voluntários repleto de gente com muita boa vontade, o PFCF já se dedica na produção de um terceiro álbum que tem lançamento previsto para o final de 2013.

O vídeo abaixo (que está em inglês)  conta um pouquinho da história da “L’ecole de musique de Kirina”, no Mali.

Recentemente a banda de pop/rock americana Maroon 5 publicou um vídeo da música Daylight no canal do youtube e o diferencial está no misto de músicos que interpretam a canção. A razão dessa mistura é o apoio ao projeto Playing for Change!
A música estará no setlist do álbum que, como dito anteriormente, está sendo produzido e todo o lucro das vendas será revertido para investimentos nas escolas voltadas à educação musical.

Gostaram?!
Para colaborar com o projeto, acesse o site e veja todas as informações para fazer uma doação.
Curta a página do PFCF no facebook e fique ligado nas músicas que constantemente são postadas por lá…

Clique nas imagens para ampliá-las.

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Beatles in Concert – Orquestra Sinfônica de Cascavel

Em junho de 2003, foi fundado um grupo musical que passou a ser chamado de  Orquestra Filarmônica Oficina. Com poucos recursos, o grupo realizava seus ensaios no Colégio Santa Maria e após algum tempo, depois de terem conquistado o seu espaço nos eventos culturais da cidade, o Município de Cascavel fez uma parceria com a Filarmônica Oficina e daí surgiu a Orquestra Sinfônica de Cascavel, que possui a Giordana Galvan Lube como maestrina.
Todos os músicos realizam seus ensaios e apresentações de modo voluntário e hoje, com um espaço mais demarcado na cultura cascavelense, são realizadas apresentações com certa periodicidade.
Para o ano de 2013 foi lançado um concerto que possui a temática voltada para a banda de rock britânica “The Beatles”.

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Beatles in Concert busca colocar as músicas dos famosos “garotos de Liverpool” em destaque, fazendo com que os amantes do rock dos anos 60 compareçam ao evento para prestigiarem essa inovação organizada pela Orquestra.

581466_389804981126683_1081074493_nQuer mais informações sobre?!
Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas o Blog Venturarte foi até a maestrina Giordana Galvan para conseguir as informações mais importantes para que o público já vá se programando.

As apresentações ocorrerão nos dias 4 e 5 de maio de 2013.
No dia 4/5 o pessoal de Toledo terá a oportunidade de prestigiar o concerto, que será realizado no Teatro Municipal da cidade (Av. Parigot de Souza, nº 2626), às 20h.
Em Cascavel as apresentações serão realizadas no Centro Cultural Gilberto Mayer (Rua Duque de Caxias, nº 379), no dia 5 de maio. Serão duas sessões: uma às 18h e outra às 20h.
O custo dos ingressos, tanto em Toledo quanto em Cascavel, são de R$5,00 meia entrada e R$10,00 entrada inteira.

Se você ainda não teve a oportunidade de assistir uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Cascavel, assista o vídeo e confira. Essa apresentação foi realizada no ano de 2008, num concerto chamado “Nas Trilhas do Cinema”.

Só com isso dá pra saber que a apresentação “Beatles in Concert” é imperdível!
Acompanhe maiores informações na fanpage da Orquestra e também na página do Blog Venturarte, que irá te manter a par dos acontecimentos e novidades.

Of Monters and Men

Se engana quem pensa que os únicos representantes da música vinda da Islândia são Bjork e Sigur Rós.
Of Monsters and Men é uma banda islandesa que tem como base os ritmos ligados ao folk e indie rock. Formado em 2010,  o conjunto é composto pelos seguintes nomes: Nanna Bryndís Hilmarsdóttir na voz e guitarra, Ragnar “Raggi” também na voz e guitarra, Brynjar Leifsson na guitarra, Arnar Rósenkranz Hilmarsson na bateria, Árni Guðjónsson  no piano e teclado e Kristján Páll Kristjánsson no baixo.

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No ano de 2011 o grupo lançou o álbum intitulado “My Head is an Animal” e a partir daí que o som que eles fazem passou a ser mais divulgado e conhecido. Um fato interessante da banda é que eles se tornaram conhecidos na indústria musical depois que participaram – e venceram – um concurso musical chamado Músíktilraunir.
“Nós meio que… ganhamos” declarou a vocalista e guitarrista Nana no site oficial do grupo.

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Na line-up do Festival Lollapalooza estava, dentre outras bandas, a Of Monsters and Men.

O hit do grupo é a música chamada “Little Talks” e Raggi, quando questionado pela equipe do G1 a respeito(durante o Lollapalooza – SP), disse:

A gente nunca pensou que “Little talks” era a melhor música do disco. Nunca esperávamos fazer sucesso assim com essa música, pois para nós o resto do álbum é melhor, então não tínhamos medo de que fôssemos virar um “one hit wonder”.

O que chamou a atenção do Blog Venturarte acerca do vídeo acima foi a arte envolvida. Nesse sentido, toda a direção do clip foi feita pela equipe da WeWereMonkeys, que é composta pelo diretor Mihai Wilson e pela produtora Marcella Moser.
Usando e abusando de elementos gráficos, o diferencial da WWM é exatamente esse: o uso exacerbado – e ao mesmo tempo equilibrado – dos efeitos oferecidos pela tecnologia.
Outro clip da Of Monsters and Men dirigido pelo WWM é esse:

Dentre as músicas que andei ouvindo ultimamente, essa foi a que eu mais gostei:

Difícil não querer sair dançando loucamente pelos cantos, não é mesmo?

No FanPage da banda você encontra informações a respeito da agenda, eventos e lançamentos.
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(Esse post foi feito depois da indicação de uma leitora. Se você também quer ver uma publicação sobre algum tema específico por aqui, comente no Blog ou vá na página do Facebook e dê a sua sugestão!)

Música na Pele – o projeto que dá voz ao corpo

Música, fotografia e criatividade são os elementos principais do projeto fotográfico chamado “Música na Pele”, que foi idealizado pelo londrinense Luiz Augusto Rodrigues.
Já ouviu a máxima “o corpo fala”? Pois então… aqui o corpo não só fala, como também canta!
Se antes era tudo baseado na fotografia e divulgação pela internet, hoje o projeto tomou corpo e está compactado num livro chamado “Música na pele – Projeto livro de Cabeceira”.
Numa espécie de entrevista informal com Luiz, o Blog Venturarte teve acesso às principais informações a respeito dos projetos do artista.

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De acordo com o idealizador, o  projeto “música na pele” foi uma forma que ele achou para ajudar as pessoas a expressarem sentimentos e contarem histórias depois de um dia cheio. “É muito fácil o artista se expressar. Queria trazer às pessoas de todos os tipos e profissões essa facilidade. Daí foi simples: foi unir a minha paixão pela música e o meu amor pela fotografia.”
Ao questioná-lo sobre como surgiu a ideia do projeto (tanto o fotográfico como o de reunir tudo em um livro), Luiz foi sucinto:
“A ideia visual surgiu ao fazer a barba, quando vi uma tatuagem que tenho no braço ‘there will be an answer… Let it be’ e em seguida olhei minha palma da mão. Essa é a foto que iniciou o projeto: um auto-retrato!”

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Sobre o livro, Luiz disse que a ideia partiu de uma coisa simples: na cabeça dele, seriam mais ou menos 20 fotos e todas ficariam num álbum pessoal do Facebook, mas quando ele viu, a “coisa” havia crescido. Ele disse que o livro acabou sendo uma forma de devolução… seria um jeito dele devolver às pessoas o carinho que elas têm pelo projeto.

Por contar com o retrato de várias personas, a itinerância do projeto acaba sendo uma possibilidade. Luiz veio a cidade de Cascavel/PR no dia 2 de março para realizar uma sessão de fotos para o “Música na Pele” no Hooligans Pub, conhecido por ser a casa do Rock ‘n Roll.
Quando o questionei sobre a experiência, o fotógrafo deixou claro que quer voltar logo para a cidade. “Cascavel foi uma experiência incrível. Eu já tinha ido ao Hooligans fotografar algumas vezes e sempre foi um dos melhores públicos. Mas esse dia foi especial, abrimos o bar às 5 da tarde e foram mais de 30 fotos. O mais emocionante foi o carinho que recebi das pessoas. Foram fotos, presentes, abraços e até um ‘muito obrigado pelo projeto’ antes de fazer a foto.
Eu quero muito voltar para Cascavel!”

Voltando ao Livro de Cabeceira, Luiz contou que consistirá em 101 fotos +1. São retratos que  ele tirou em sessões pelo país, sendo que há a participação de alguns músicos famosos tais como Lobão, Zeca Baleiro, Duca Leindecker , Humberto Gessinger e outros. “Esse lance da foto +1 é o seguinte: como são mais de 500 fotos no álbum e o livro só tem 84 páginas, eu bolei um jeito de incluir até quem não participou. A primeira foto do livro é um espaço escrito ‘cole aqui a sua foto’”, contou Luiz ao Blog Venturarte.

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O livro ainda está na fase da pré venda. Em 4 dias, 20% do estoque foi vendido.  
O responsável pelo projeto contou que não possui assessoria, patrocínio, editora e ninguém que ajude a manter a página do facebook, portanto ele considera que cada cópia vendida é uma verdade vitória. Ao ser questionado a respeito das expectativas que ele possui acerca do livro, Rodrigues disse “A expectativa é que alguém se interesse em publicar o livro em grande escala, pois eu estou fazendo somente 500 cópias (que serão numeradas a mão!)”

O Blog Venturarte, que possui uma curiosidade quase que incessante, perguntou se há algum outro projeto em mente ou se o objetivo é continuar investindo no “Música na Pele”. O idealizador do projeto, Luiz Augusto Rodrigues, respondeu orgulhoso: “Outros projetos já estão em fase de criação, mas o música na pele não acabará nunca! (Promessa!)”

Conheça algumas fotos do projeto “Música na Pele”, que estarão presentes no Livro de Cabeceira.

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Você pode adquirir o Livro e ver mais fotos na página do projeto.