Tô aqui pensando…

…em transformar esse blog de arte num blog só de música. Pode? ❤

 

Caros senhores e senhoras, amados leitores do Venturarte – que não me abandonam nem quando eu abandono vocês 😡 – é mentira… o venturarte continuará tendo espaço pra todos os tipos de arte! Mas, cá entre nós, está aberta a temporada da música! tchan tchan tchan.

tumblr_ly00gfuPqS1rnqqfdo1_500_large

Pra começar essa temporada cheia das melodias e dos ritmos empolgantes – ou nem tão empolgantes assim – vamos falar de Rodrigo Amarante? Bom, é justo iniciar o texto dizendo: meu caso de amor com ele é antigo. Eu já flertava com ele nos tempos de Los hermanos. Ainda hoje, confesso, escuto o álbum “4” e me derreto ouvindo a voz desse ser. Depois, a coisa ficou mais séria… Também, o cara resolveu virar membro da tal banda Little Joy. Êta grupinho gostoso! Ouvi, curti, viciei. Nessa época passamos a andar de mãos dadas – até uns beijinhos rolavam. Ouvia suspirando de amores pela voz do Amarante – ok, suspirava pela voz linda e maravilhosa Binki Shapiro também. Mas aí surgiu o Cavalo. Sabe a história da pedra no meio do caminho? No meu caminho, era  o cavalo. Mas o animal não era empecilho… Muito pelo contrário, era tipo um cadinho de esperança, sabe?! Esperança na música brasileira! Êta Rodrigo Maravilhoso! O flerte, que havia passado para as mãos dadas e para os beijinhos esporádicos, passou pra caso de amor sério. Daqueles arrebatadores mesmo. Cavalo virou um álbum de cabeceira (se isso não existia antes, agora existe! Com licença, poética!).

rodrigo-amarante-faixa-inedita-disco-cavalo-2013-mana_647x430

Aí hoje, cá estava eu, no aconchego do meu lar, vendo um programa de televisão que anda ganhando o meu coração (Bela Gil, beijos pra você e para a equipe – que deve ser linda – que compõe o staff do programa Bela Cozinha) quando de repente, entre uma receita de milk shake e chips de batata, ouço ele, o lindo, o poderoso, o amor da minha vida musical… RODRIGO AMARANTE ❤ Foi quase um fôlego de amor. Senti todas aquelas coisas que as menininhas bobinhas sentem quando veem o amor platônico passando por perto. Ah, Rodrigo! ❤ Resgatei toda aquela paixão que estava adormecida no meu peito e, confesso, até me dei o direito de sair deslizando pelo quarto ao ritmo de ÊêêÊ Manááá! Gente, que coisa boa. Sabe aquela história de entrar numa padaria e sentir o cheirinho do bolo que a sua avó fazia? Foi tipo isso. Mas melhor – eu pude dançar muahaha.

Ao ritmo mais brasileiro possível, fui atrás da música. Corri atrás do tal do maná (não era esse o nome daquele algodão que caiu do céu nas histórias da bíblia?) e encontrei. Foi tipo o paraíso mesmo. Dancei, me deliciei e só depois de explorar cada cm do meu quarto com as minhas deslizadas – que costumo chamar de dança – fui parar para prestar atenção no vídeo. Ah, Amarante. Morri de amores. De novo. Aí decidi vir aqui – por quê não?!. E cá estou…

Mas a coisa não para por aí… Rodrigo me conquistou de novo! Mas, agora, o motivo não era a música, e sim o texto especialíssimo publicado junto ao vídeo. E o objetivo de vir até aqui era justamente esse: mostrar que a sensibilidade, a riqueza de conteúdo e a delicadeza ainda existem. Ah, Amarante! ❤

“Essas imagens foram feitas por meu pai e minha mãe em 75 e 76 durante o carnaval em Saquarema, município do estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas que se vêem aqui são minha família, meus pais e avós, tios, primos e amigos, gente maravilhosa, meus grandes heróis na infância. Todo ano eles formavam esse bloco chamado Saquarema de Banda. Dá pra ver muito claro porque ao invés de chamar de Banda de Saquarema eles inverteram o nome. Todos eles de banda, alguns mesmo entortados, todos palhaços, crianças em espírito. Foi assim que eu cresci e tão logo eu consegui segurar uma baqueta passei a tocar com eles no bloco. Esses foram os momentos mais felizes da minha infância e eu e minha irmã fomos pra sempre marcados por essa época, essas pessoas. Minha irmã, com quem dirigi e editei esse vídeo é hoje ritmista da Estação Primeira de Mangueira e foi pra ela que eu escrevi essa música. Maná é a graça, a benção, e Má é ela, Marcela. Esse vídeo é uma homenagem à todos que fizeram parte desse bloco, especialmente os mais velhos que faziam tudo acontecer, uma prova de que apesar de nos sentirmos muito modernos e livres no século 21 nossos pais e avós eram muito menos caretas do que somos. Bom, pelo menos os meus.”

 

Obs.: Amarante, obrigada por me ensinar a entrevistar muito antes de eu entrar na faculdade de Jornalismo! Você me inspira! (Veja esse vídeo e entenda)

Anúncios

Venturarte no facebook

É isso mesmo… Agora temos o nosso espacinho no facebook também!

Curta a página e fique por dentro dos assuntos que estão sendo tratados nos posts e, é claro, aproveite para se inteirar a respeito das novidades que estão por vir!!

Ao passo que o Venturarte foi conquistando seu espaço, foi percebida a necessidade de um local para divulgação dos assuntos que são tratados aqui e também para que os leitores se sentissem mais a vontade para fazerem suas críticas e sugestões ao blog. Querem coisa melhor que o facebook?
Pois então vamos ao clichê…
O blog também é de vocês e por essa razão a página é um recurso para termos um contato ainda maior.

Então é isso…

Curtam a página, acompanhem os posts e aguardem as novidades 🙂
Adiós.

Novidade no blog!

novidade1  Sim… Venturarte é novo, mas tem coisa mais nova ainda vindo por aí!

Um blog exige bastante dedicação e tempo, certo? Bom, antes de criar eu já sabia disso, só não esperava que o venturarte tivesse o número de acessos que tem tão rapidamente!

A verdade é: estou sentindo o peso da “responsabilidade” de administrar esse espaço e tomei consciência de que preciso de ajuda (principalmente agora que estou com alguns probleminhas de saúde e não estou podendo ficar tanto tempo em frente ao computador pra acompanhar o blog).

Por enquanto será eu e a nova editora: Ana.

A Ana é estudante, mora no estado de SP, tem um gosto musical semelhante ao meu e compartilha comigo o gosto pela arte. Pensei muito e desde o princípio (antes mesmo do blog nascer) já tinha uma coisa em mente: queria a participação da Ana aqui.
Vou deixar que ela se apresente depois, só espero que curtam as novidades que estão por vir.
Claro que o formato de escrita entre eu e ela vai diferenciar bastante, mas é essa a graça! O blog fala da arte jogada ao acaso… por quê não jogar ao acaso a formatação disso tudo? 😉

Vou continuar postando com frequência e não vou deixar o blog de lado (posteriormente eu e a Ana iremos organizar melhor a questão de datas de postagens, já que nenhuma de nós poderá ficar aqui diariamente depois que as férias acabarem).

Agora vou, junto com vocês, aguardar o post de “estreia” da Ana no Venturarte!
Até mais.

 

2013!

O blog é sobre arte, mas por que não dedicar um post para o ano novo?!

Como vocês sabem, comecei o blog no dia 26 dezembro de 2012 e tudo é muito novo por aqui… Até para mim!
O meu “sonho” de criar um espaço direcionado às inovações da arte é um tanto quanto antigo e não exagero em dizer que é uma realização ter o venturarte e iniciar 2013 com ele quase do jeito que eu quero (confesso que ainda estou me batendo com o design do wordpress e os recursos do mesmo).
Espero que esse ano seja de realizações para todos nós. Espero também poder contar com o apoio de vocês para que esse blog seja o que eu quero que seja… Sintam-se sempre a vontade para fazerem suas sugestões, darem suas opiniões e para me auxiliarem a deixar o venturarte cada vez melhor!  O objetivo não é fazer algo a nível profissional (até porque faço Direito e não Comunicação Social), mas sim algo interativo e que informe sobre arte e seus diversos segmentos, fazendo com que mais pessoas tomem gosto por essa maravilha.
Nesses poucos dias que o venturarte esteve no ar, ouvi e li várias coisas e estou aprendendo bastante… Que os deuses auxiliem pra que continue assim.

Obrigada por tudo e feliz 2013!! Que possamos fazer desse ano um dos melhores das nossas vidas.